18 de outubro de 2010

Mercados Futuros – 15/10/10

Movimentações da Bolsa de Mercados Futuros, informações Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
15 de outubro de 2010

Mercado Físico da Vaca – 15/10/10

Cotações do Mercado Físico da Vaca Gorda, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
15 de outubro de 2010

Mercado Físico do Boi – 15/10/10

Cotações do Mercado Físico do Boi Gordo, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
15 de outubro de 2010

Reposição Fêmea Nelore – 15/10/10

Cotações do Mercado de reposição, fêmeas Nelore, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
15 de outubro de 2010

Reposição Macho Nelore – 15/10/10

Cotações do Mercado de reposição, machos Nelore, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
15 de outubro de 2010

Atacado – 15/10/10

Cotações do atacado de carne bovina, de acordo com o Boletim Intercarnes.
15 de outubro de 2010

Boi gordo: indicador segue firme e em alta

Apagão de boi? Esse é o termo que alguns agentes do mercado do boi estão usando para definir a situação atual da oferta de animais para abate. Nesta quinta-feira a arroba do boi gordo seguiu em alta. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 96,78/@, com valorização de R$ 0,55. O indicador aprazo registrou alta de R$ 0,31, sendo cotado a R$ 97,40/@.
15 de outubro de 2010

ONU: após assumir que existem erros em seus relatórios, IPCC estuda mudanças

O comitê de cientistas da ONU que avalia a mudança climática, o IPCC, concordou nesta quinta-feira (14/10) em mudar suas práticas como reação aos erros apontados no relatório publicado em 2007. Seu presidente, o indiano Rajendra Pachauri, descartou as sugestões para que renunciasse. Numa reunião realizada ao longo desta semana da Coreia do Sul, o comitê de 130 países concordou em reforçar a checagem dos fatos que entram em seus relatórios, elaborados para ajudar na condução das políticas climáticas e energéticas do mundo, e em estabelecer uma "força-tarefa" para definir reformas ainda mais amplas.
15 de outubro de 2010

EUA: alta do milho deve influenciar produção de carnes

O corte dramático do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nas previsões de produção e estoque de milho feito na semana passada levaram a um aumento nos preços futuros nessa semana, levando alguns analistas a preverem cortes na produção de carne bovina, suína e de aves, menores margens para processadores e maiores preços de carne aos consumidores.
15 de outubro de 2010

Austrália: produção de carne bovina recua em agosto

A produção de carne bovina e de vitelo da Austrália caiu em 1% com relação ao mês anterior em agosto, para 183.015 toneladas, à medida que o clima úmido nos estados do leste do país, mais notavelmente em Queensland e New South Wales (NSW), restringiu a oferta de gado e sustentou uma demanda muito forte por reabastecimento. Dadas as melhores condições climáticas, a qualidade e o peso dos bovinos processados aumentaram significantemente nos últimos meses, parcialmente compensando o declínio nos abates.
15 de outubro de 2010

Para FAO alta no preço dos alimentos ainda não preocupa

Mesmo diante das recentes alta nos preços internacionais das commodities agrícolas, o novo representante da FAO no Brasil, Hélder Muteia, ainda não enxerga nas disparadas motivos para maiores preocupações. Apesar dos problemas de seca na Rússia, que atingiram a safra de trigo e influenciaram nos valores de outros cereais, e das chuvas que afetaram as lavouras do Paquistão, o movimento recente ainda não provocou no braço da ONU para agricultura e alimentação temores sobre uma eventual escassez de alimentos ou mesmo piora nas condições da fome mundial.
15 de outubro de 2010

Safra 2010/11: cenário anima agricultores

As boas margens projetadas para a nova safra nacional de grãos, fibras e cereais devem elevar a renda dos produtores, aumentar os investimentos no setor rural e reduzir o endividamento no campo. "O cenário é positivo, mas depende de análises individuais", diz o diretor de Agronegócio do Banco do Brasil, José Carlos Vaz. "No Centro-Oeste, os mais capitalizados vão investir e os mais endividados vão pagar. No Sul, quem não for afetado pela seca fará o mesmo. Se perder até 15% ou 20%, o preço vai compensar eventual quebra".