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CNH e TIM investem R$ 77 milhões em conectividade rural para Minas Gerais

A CNH e a operadora TIM destinarão cerca de R$ 77 milhões para a instalação de 97 novas torres de telecomunicações em Minas Gerais, com o objetivo de expandir a cobertura de internet móvel no campo.

A iniciativa integra o Programa Alô Minas III, do governo estadual, focado em levar infraestrutura digital para áreas agrícolas e distritos com baixa densidade populacional.

“Nosso trabalho de digitalização do agronegócio, a partir da conectividade, impulsiona a produtividade e eficiência. Esse movimento não apenas fortalece o setor, mas também gera mais riqueza para o estado e beneficia as comunidades, contribuindo para a sustentabilidade do agro e impactando a vida das comunidades. Permite que escolas acessem conteúdos digitais, amplia o acesso a serviços de saúde, facilita a comunicação e abre novas oportunidades de desenvolvimento local”, comenta Alberto Griselli, CEO da TIM Brasil.

O projeto pretende cobrir aproximadamente 1,5 milhão de hectares e beneficiar mais de 200 mil pessoas que vivem em comunidades rurais, impulsionando a eficiência operacional das fazendas e promovendo a inclusão digital em escolas e postos de saúde da região.

Recursos de crédito de ICMS

O aporte financeiro ocorre por meio do direcionamento de créditos de ICMS das empresas para investimentos estruturantes.

A ampliação da rede telefônica viabiliza o uso de tecnologias de precisão nas máquinas agrícolas, cujos dados operacionais serão monitorados por centrais especializadas para otimizar o rendimento das frotas.

“A conectividade é um fator chave para a evolução das áreas rurais, permitindo maior eficiência, sustentabilidade e tomada de decisão baseada em dados. A expansão dessa infraestrutura representa um avanço importante para levar esses benefícios a um número maior de produtores e a sociedade como um todo”, afirma Rafael Miotto, presidente da CNH para a América Latina.

A parceria repete modelos bem-sucedidos das companhias, a exemplo de projetos anteriores no Centro-Oeste que geraram redução de custos operacionais e aumento de produtividade nas lavouras. O cronograma oficial estabelece o prazo de até 18 meses para a conclusão e ativação de todas as estruturas planejadas.

Fonte: Forbes.

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