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Uruguai teve exportações recordes de carnes em 2006

De acordo com reportagem do jornal uruguaio El País, o Uruguai faturou US$ 1,109 bilhão no ano passado com exportações de carne, mostrando um aumento nas vendas de 24% com relação a 2005, segundo dados do Instituto Nacional de Carnes (INAC).

De acordo com reportagem do jornal uruguaio El País, o Uruguai faturou US$ 1,109 bilhão no ano passado com exportações de carne, mostrando um aumento nas vendas de 24% com relação a 2005, segundo dados do Instituto Nacional de Carnes (INAC).

As exportações de carne bovina foram de 512,62 mil toneladas por US$ 952 milhões, 24% a mais que em 2005. A carne bovina representou 86% das divisas geradas pelo setor.

De acordo com o INAC, o preço médio da tonelada de peso carcaça passou de US$ 1.599 em 31 de dezembro de 2005 para US$ 1.857 na mesma data de 2006, o que representa um aumento de 16,1%.

Quanto aos destinos, em valor, o principal comprador foi o grupo de mercados do Nafta (Estados Unidos, México e Canadá), que comprou 33,28% do total, seguidos pela Rússia (19,28%), União Européia (UE) (18,05%) e Mercosul (12,79%). Em volume, o Nafta representou 39,05% do total, com 200,191 mil toneladas, enquanto a Rússia representou 21,84% do total (111,943 mil toneladas) e a UE, 10,44% (53,526 mil toneladas). Em seguida, vieram Israel (4,58%) com 23.499 toneladas e Argélia (2,77%), entre outros, com 14.186 toneladas.

A maior demanda nos mercados de carne levaram a um abate de 2.588.557 bovinos, 8% a mais que ano anterior.

Com relação a 2007, as perspectivas são “boas, mas não excepcionais”, disse o delegado da Câmara da Indústria Frigorífica na Junta Diretiva do INAC, Rodrigo Gõni. “Alguns mercados ficaram sem o abastecimento da Argentina e do Brasil e isso fez com que houvesse escassez de carne no Chile, na Rússia e na Europa, oportunidade que foi aproveitada pela indústria uruguaia. Em 2007, a conjuntura no mercado internacional não vai se repetir, por isso, a previsão é de um nível bom de valores , mas não excepcional, tanto para carne exportada como para animais enviados para o abate”.

A indústria frigorífica exportadora do Uruguai investiu no ano passado mais de US$ 15 milhões para melhorar suas condições operacionais e poder aproveitar a conjuntura dos mercados.

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