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Consumidores britânicos se preocupam menos com EEB e com transgênicos

Os consumidores do Reino Unido estão se preocupando menos com a segurança dos alimentos, incluindo a doença da “vaca louca” – encefalopatia espongiforme bovina (EEB) – e alimentos geneticamente modificados, mas as pessoas estão mais preocupadas com a higiene nas redes de fast food, informou uma pesquisa recentemente divulgada.

A Pesquisa sobre a Atitude dos Consumidores realizada pela Agência de Padrões dos Alimentos (FSA) mostrou que o número de pessoas que estão preocupadas com a segurança dos alimentos caiu para 68% em 2002, dos 71% de 2001.

A Inglaterra, que foi o primeiro país da região a descobrir um caso de EEB em seus rebanhos em 1986, foi acusada de exportar a doença, que espalhou o pânico entre os consumidores de outros países da Europa. Porém, o número de consumidores do Reino Unido preocupados com a doença e sua equivalente humana – doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) – caiu para 45% em 2002, dos 55% em 2001 e 61% em 2000.

A apenas poucos meses do término da pesquisa de três anos que a Inglaterra está promovendo, fazendo testes de campo em culturas geneticamente modificadas, a preocupação com este tipo de alimento também caiu levemente para 36% em 2002, dos 38% em 2001 e 43% em 2000.

O chefe do FSA, John Krebs, disse que a pesquisa significou boas notícias aos consumidores. “Esta pesquisa anual, que mostra a contínua mudança de opinião sobre os assuntos que preocupam a maioria dos consumidores, é uma valiosa contribuição ao debate público sobre a segurança e os padrões dos alimentos”.

No entanto, a pesquisa mostrou um aumento no número de pessoas preocupadas com a higiene das redes de fast food, com este número subindo para 23% em 2002, dos 18% de 2001.

As pessoas ainda acreditam também que as informações presentes nos rótulos dos alimentos são escassas, com um em cada cinco compradores dizendo que os rótulos são “bastante difíceis de entender” e um em cada vinte dizendo que estes são “muito difíceis”.

Os resultados da pesquisa da FSA são baseados em uma amostra de três mil consumidores.

Fonte: Reuters, adaptado por Equipe BeefPoint

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