Os municípios de Paranã, Jaú do Tocantins e Pedro Afonso já podem exportar animais vivos, materiais genéticos e carne bovina para a Rússia. A decisão de revogação das restrições foi comunicada nesta quarta-feira, dia 16, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) à Agência de Defesa Agropecuária (Adapec). Os municípios estavam impedidos de comercializar carne com o País por terem registrado focos de estomatite vesicular, doença infecciosa que acomete principalmente eqüídeos, bovídeos, suídeos e pode ser transmitida ao homem.
Os municípios de Paranã, Jaú do Tocantins e Pedro Afonso já podem exportar animais vivos, materiais genéticos e carne bovina para a Rússia. A decisão de revogação das restrições foi comunicada nesta quarta-feira, dia 16, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) à Agência de Defesa Agropecuária (Adapec). Os municípios estavam impedidos de comercializar carne com o País por terem registrado focos de estomatite vesicular, doença infecciosa que acomete principalmente eqüídeos, bovídeos, suídeos e pode ser transmitida ao homem.
O embargo russo para a carne tocantinense começou a vigorar no dia 22 de setembro de 2008, quando a Rússia foi comunicada sobre o primeiro caso da doença na cidade de Paranã, Sudeste do Estado. No dia 20 de outubro, foi confirmado o segundo foco em Jaú do Tocantins, região Sul, e no dia 16 de janeiro de 2009 foi interditada a terceira propriedade com registro da doença, em Pedro Afonso, Centro-norte do Tocantins. No dia 02 de junho de 2009, o governo russo liberou as exportações de carne do Estado, limitando o embargo somente para os três municípios onde foram registrados focos.
De acordo com o presidente da Adapec, José Luciano Azevedo, a Rússia é o único país que faz restrições quanto à comercialização da carne de regiões que registram focos da estomatite vesicular. “Nosso trabalho foi rápido e eficiente para o controle dos focos, atendendo todas as exigências sanitárias recomendadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), mas ainda assim precisávamos esperar a decisão do governo russo de liberação”, explica o presidente.
Segundo o diretor de Defesa Animal, José Emerson Cavalcante, a ciência ainda não sabe explicar a transmissão da doença, dificultando assim sua prevenção. “O cuidado maior que devemos ter é com animais onde há registro da doença, proibindo seu trânsito imediatamente”, disse.
As informações são da Adapec, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.
Estamos realizando a 8º edição da Pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos. Clique aqui para indicar confinamentos e concorra a DVDs com palestras dos eventos do BeefPoint.
0 Comments
Até que enfim resolveram liberar esses municípios para exportação… Acompanhei todo o processo do caso de Pedro Afonso, pois na época estava recém ingressado na ADAPEC, por onde trabelhei um período do ano passado. É impressionante como um único animal consegue causar um prejuízo para o município como foi o que presenciei em Pedro Afonso! Fica a pergunta… Será que seria necessário tanto alarde por uma doença causada em uma propriedade totalmente isolada geograficamente e que nem se quer se sabe como foi transmitida???? Tudo em nome da exportação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!