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Brasil continua lutando por aumento nas cotas russas

Em reuniões com autoridades da Rússia, representantes do Governo brasileiro ião apresentar queixa formal contra a decisão de Moscou de retirar fatias de mercado de carnes suínas e de aves do país no processo de distribuição das cotas.

Em reuniões com autoridades da Rússia, o Governo brasileiro irá apresentar queixa formal contra a decisão de Moscou de retirar fatias de mercado de carnes suínas e de aves do país no processo de distribuição das cotas.

Em caso de dificuldades nas conversas, a missão deve acionar o presidente Lula, que enviaria uma carta ao primeiro-ministro Vladimir Putin para reiterar as queixas pelo descumprimento de um recente acordo feito no âmbito da comissão intergovernamental de comércio por melhores condições de acesso da carne brasileira. O objetivo é voltar às cotas anteriores, recuperando 50 mil toneladas para a carne suína, e reduzir os impostos sobre vendas “extra-cota” nas carnes de aves.

Pelo acordo assinado durante uma visita de Lula a Moscou, o Brasil apoiaria a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC) em troca do compromisso dos russos em pelo menos manter a compra de carnes brasileiras.

O Ministério russo de Desenvolvimento Econômico aumentou a cota de importação de carne suína, com tarifa menor, de 493 mil para 531 mil toneladas. Na mudança, os EUA ganham e o Brasil perde. A fatia americana saiu de 40,3 mil toneladas para 100 mil. Já o Brasil vendia e dominava a cota para “outros países”. Essa fatia era de 197 mil em 2008 e cai para 177 mil em 2010.

As informações são do jornal Valor Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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