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Brasil espera mudanças no comércio com os EUA

Na 3ª edição do Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Estados Unidos, realizado em Brasília, em 19 e 20 de maio, os americanos se comprometeram a agilizar os trâmites para a análise de risco das carnes brasileiras, principais produtos afetados por divergências entre os dois países. As diferenças regulatórias entre os dois países para a abertura de mercado de produtos agropecuários foi um dos principais temas abordados no evento.

Na 3ª edição do Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Estados Unidos, realizado em Brasília, em 19 e 20 de maio, os americanos se comprometeram a agilizar os trâmites para a análise de risco das carnes brasileiras, principais produtos afetados por divergências entre os dois países. As diferenças regulatórias entre os dois países para a abertura de mercado de produtos agropecuários foi um dos principais temas abordados no evento.

“No caso do Brasil, a aprovação para a importação de um produto do agronegócio começa e termina no Ministério da Agricultura. Já nos EUA este processo, chamado “análise de risco”, composto por 11 passos, é conduzido inicialmente pelo Departamento de Agricultura, seguido por análise de impacto econômico para o consumidor e o produtor, passando ainda por consulta pública e, finalmente, segue para a aprovação do congresso americano”, explicou o diretor de Assuntos Sanitários e Fitossanitários da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luiz Carlos de Oliveira. “O trâmite americano vai além do que preconiza o Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC), que somente prevê a análise sanitária e fitossanitária”, completou.

Os representantes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ainda garantiram o envio de uma missão para avaliar o sistema de saúde animal a Santa Catarina, entre 9 e 13 de junho.

Segundo Oliveira, outro importante progresso foi a o reforço o pleito para aprovação de uma cota. Essa medida já seria importante para sinalizar a abertura dos EUA ao Brasil a mercados que levam em consideração o posicionamento americano, como é caso do México, países da América Central e Japão.

As informações são do Mapa.

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