Em apenas uma semana o Brasil habilitou mais 27 fazendas para exportar carne bovina para a União Européia. Dados divulgados ontem pela Comissão Européia indicam que o País tem registradas 250 propriedades que atendem às exigências do bloco e podem ter seus animais abatidos para atender a demanda daquele mercado.
Em apenas uma semana o Brasil habilitou mais 27 fazendas para exportar carne bovina para a União Européia. Dados divulgados ontem pela Comissão Européia indicam que o País tem registradas 250 propriedades que atendem às exigências do bloco e podem ter seus animais abatidos para atender a demanda daquele mercado. Com isso, o número de fazendas sofreu um crescimento de 12,1% nos últimos sete dias. Mato Grosso, que detém o maior rebanho bovino brasileiro, é o segundo em volume de habilitações, perdendo para Minas Gerais.
Com a atualização, os mineiros adequaram 13 novas fazendas e agora contam com 148 propriedades aptas a exportar para o mercado europeu. Em segundo lugar, o Mato Grosso teve um incremento de sete novas fazendas, totalizando agora 36 propriedades. Ao todo, o Estado soma mais de 26 milhões de cabeças.
Dono do maior número de confinamentos, Goiás é o terceiro estado com mais fazendas, somando 33 propriedades, aumento de cinco novas fazendas nesta semana. O Rio Grande do Sul habilitou duas novas fazendas e agora soma 18 propriedades, enquanto o Espírito Santo manteve as mesmas 15 fazendas.
A principal novidade desta semana é a inclusão de uma propriedade do estado de São Paulo, que até então não possuía nenhuma fazenda habilitada para exportar. O estado foi reconhecido em maio pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com vacinação e agora, quatro meses depois, consegue ter a primeira propriedade habilitada.
As informações são da Agência Estado/SP, adaptadas pela Equipe BeefPoint.
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Para quem não acredita no Sisbov. Está aí o resultado. Cada um deve fazer sua Parte.
E que venha o Chile.
está melhorando….mas a coisa ainda está feia!!!!! O Brasil esta pagando por seu relachamento quanto a qualidade e a sanidade e agora tem correr contra o tempo e o prejuizo.
Não acho que o Brasil esteja pagando pro qualquer tipo de falha na cadeia produtiva embora não ignore suas existências. O embargo a carne brasileira é mto mais uma questão comercial alfandegária do que de qualidade. O que falta em nosso país é a seriedade na cadeia com implementação e total efetivação do SISBOV para que o governo assuma uma posição de soberania frente ao mercado mundial. Mas enquanto existirem falhas parece impossível ser soberano, e ficamos nas mão de quem quer comprar, por quanto e como querem pagar!