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Coréia do Sul mantém alta demanda por carne da Nova Zelândia

A Nova Zelândia espera que sua participação no mercado de carne bovina da Coréia do Sul permaneça forte mesmo se a América do Norte retomar suas exportações, segundo o representante do Meat and Wool New Zealand na Coréia, Yi Gun-hee.

Desde que a Coréia do Sul proibiu as importações de carne bovina do Canadá e dos Estados Unidos devido à Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como doença da ‘vaca louca’, no ano passado, a participação da Nova Zelândia neste mercado subiu de 8% para 40%. Apesar de um retorno da carne bovina norte-americana provavelmente levar a uma redução nesta participação, Gun-hee disse que acha que a Nova Zelândia encontrará um novo mercado naqueles consumidores que buscam por preços mais competitivos e produtos com menor teor de gordura.

“Nós vemos cerca de 15% de participação do mercado, mesmo se a demanda local por carne bovina cair e se os EUA retomarem as exportações à Coréia”.

A Coréia do Sul importou 88,19 mil toneladas de carne bovina resfriada e congelada entre janeiro e julho deste ano. Quase 60% desta carne vieram da Austrália, cerca de 40% da Nova Zelândia e 0,3% foi proveniente do México. Em todo o ano passado, o país importou 300 mil toneladas de carne bovina, com 70% vindo dos EUA, 20% da Austrália, 8% da Nova Zelândia e 2% do Canadá.

Desde a ocorrência de casos de EEB nos EUA e no Canadá, a demanda por carne bovina na Coréia caiu, devido às preocupações com relação à saúde, bem como à lentidão econômica.

Apesar disso, a tendência dos cortes classificados como mais saudáveis de carne na Coréia está aumentando o consumo de carne bovina neozelandesa. Comparado com os EUA, Canadá e alguns cortes de carne bovina da Austrália, Gun-hee disse que a carne bovina neozelandesa é bastante conhecida por sua menor qualidade devido ao menor grau de marmorização. Porém, agora, esta percepção está mudando.

Fonte: Reuters (por Cho Mee-Young), adaptado por Equipe BeefPoint

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