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Delegados federais de Agricultura discutem ações para 2004

Novo modelo de gestão e transparência do negócio público foram a tônica do III Encontro dos Delegados Federais realizado em Brasília, entre 26 e 27 deste mês. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, ressaltou a importância das atribuições dos delegados nos 26 estados da federação e no DF para os resultados alcançados pelo agronegócio brasileiro. São eles que executam e fiscalizam as ações traçadas pelo Governo Federal.

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Amauri Dimarzio, que coordenou o encontro, destacou a importância em reunir mais uma vez os delegados no sentido de nivelar as ações e necessidades de cada uma das delegacias em relação às propostas a serem desenvolvidas em 2004.

Outro ponto ressaltado pelo secretário-executivo é a descentralização administrativa e a autonomia de cada delegacia estadual. “É o princípio da transparência e da importância de cada um”.

A preocupação do secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Maçao Tadano, é que os programas sanitários animal e vegetal, por serem permanentes, devem continuar vigiados pelas delegacias para atender ao mercado consumidor e às exigências internacionais. Ele espera que o orçamento para os programas de defesa fitossanitária seja definido com critério, principalmente acolhendo as demandas estaduais em termos de custeio e investimento animal e vegetal.

A presidente do Fórum dos Delegados Federais de Agricultura, Giucélia Figueiredo, da Paraíba, declarou que os encontros entre as delegacias e o Mapa fazem parte de um momento histórico jamais visto – o primeiro ocorreu em julho e o segundo, em setembro. “Estamos construindo uma relação onde a integração do gestor estadual, um representante legítimo e legal do ministro Roberto Rodrigues, executará as ações definidas pelo Mapa com os governos estaduais, prefeituras municipais, cooperativas, associações e sindicatos de produtores rurais. É também uma forma estratégica de sistematizar e racionalizar as ações ditadas pela política agrícola brasileira”, afirmou Giucélia.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), adaptado por Equipe BeefPoint

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