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EUA quer reduzir incentivo ao de etanol de milho

Um projeto de lei bipartidário introduzido nessa semana no Congresso dos Estados Unidos irá reduzir gradativamente o suporte à produção de etanol à base de milho nos próximos cinco anos e estimular o desenvolvimento comercial de uma segunda geração de biocombustíveis.

Um projeto de lei bipartidário introduzido nessa semana no Congresso dos Estados Unidos irá reduzir gradativamente o suporte à produção de etanol à base de milho nos próximos cinco anos e estimular o desenvolvimento comercial de uma segunda geração de biocombustíveis.

Os congressistas Joseph Crowley, democrata de Nova York, e Mary Bono Mack, republicana da Califórnia, introduziram a H.R. 3187, chamada “Ato de Combustíveis e Alimentos a Preços Acessíveis para a América”, que ganhou suporte dos membros da Coalizão de Alimentos e Combustíveis Balanceados. A Coalizão disse que essa legislação é absolutamente crítica para produtores e consumidores de alimentos por controlar os mercados voláteis de commodities e garantir que todos os usuários de grãos compitam em situação de igualdade. Se aprovada, a lei permitirá ajustes extremamente necessários na produção de etanol à base de milho requerida por lei. Isso representa um importante passo para desvincular sua dependência das proteções do Governo para que seja comercialmente viável.

A coalizão é uma aliança de grupos de produção animal e agrícola para avaliar o impacto que a política de produção de etanol à base de milho pode ter na competitividade da pecuária e agricultura, exportações e indústria animal e, no final de tudo nos consumidores. A coalizão suporta ações legislativas e reguladoras que ajudarão a aliviar a volatilidade e a escalada dos custos dos alimentos animais, que têm afetado significantemente os custos da produção pecuária e impactado de forma negativa nos empregos rurais e custos de fornecimento de proteínas aos consumidores.

A reportagem é da Drovers, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

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