

A JBS conseguiu levantar US$ 500 milhões com a reabertura de bonds emitidos no fim de março. Os títulos reabertos vencem em 2037 e 2057 e a captação envolveu US$ 250 milhões em cada tranche, segundo fontes.
A taxa do papel mais curto ficou em 1,28 ponto percentual acima do T-note (título do Tesouro americano) de mesmo vencimento. No mais longo, de 1,53 ponto percentual.
No fim de março, a empresa levantou R$ 1,25 bilhão com os papéis que vencem em 11 anos. O spread foi de 1,3 ponto percentual acima do T-note (título do Tesouro americano) de mesmo vencimento (cupom de 5,625%). Na segunda tranche, de 31 anos, foram captados US$ 750 milhões com taxa de 1,55 ponto acima do T-note (cupom de 6,400%).
Na época, a companhia informou que usaria parte do dinheiro na recompra de outros bonds e o restante para fins corporativos gerais.
Com a reabertura da JBS hoje, o volume captado por empresas brasileiras com bonds chega a US$ 11,87 bilhões.
O Bradesco puxou a fila das emissões em janeiro, captando US$ 750 milhões. O mesmo volume foi emitido em seguida pelo BTG Pactual. No fim daquele mês, a FS Bio fez uma oferta de US$ 500 milhões, a Sabesp levantou US$ 1,5 bilhão e a Azul emitiu US$ 1,35 bilhão. Em fevereiro, foi registrada uma única operação, do Tesouro, de US$ 4,5 bilhões.
Fonte: Valor Econômico.