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Marfrig expande atuação no food service

Expandindo a atuação do food service para o Nordeste e o portfólio de produtos, o grupo Marfrig pretende alcançar faturamento de R$ 500 milhões nesse setor em 2008 - para uma receita total do grupo entre R$ 6 bilhões e R$ 6,5 bilhões -, aumento de 50% em relação ao ano passado. De acordo com o diretor da área, Bruno Stierli, a empresa quer expandir os produtos da linha usando os industrializados da Mabella, adquirida em dezembro passado, que atua em aves e suínos.

Expandindo a atuação do food service para o Nordeste e o portfólio de produtos, o grupo Marfrig pretende alcançar faturamento de R$ 500 milhões nesse setor em 2008 – para uma receita total do grupo entre R$ 6 bilhões e R$ 6,5 bilhões -, aumento de 50% em relação ao ano passado. Segundo notícia de Neila Baldi, da Gazeta Mercantil, o grupo é líder no segmento, que hoje movimenta entre R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões ao ano no país.

De acordo com o diretor da área, Bruno Stierli, a empresa quer expandir os produtos da linha usando os industrializados da Mabella, adquirida em dezembro passado, que atua em aves e suínos.

A expansão geográfica pretendida – hoje mais de 70% das vendas ocorrem em São Paulo -, virá com a busca de novos clientes, informou o diretor de Relações com Investidores, Ricardo Florence. Inclusive, ontem a empresa anunciou a formação de duas parcerias no Nordeste: com o grupo Santista (Food Business), para atuação em Pernambuco, na Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará; e com o Canaã Comércio de Alimentos Ltda., para distribuição na Bahia e em Sergipe.

Stierli disse que a parceria com os dois permite ampliar as vendas dos três. “Se hoje vendemos dois e eles também, a meta é chegar a três”, exemplificou.

Florence diz que, sem considerar a área de frangos – que ainda depende de auditorias para a conclusão da compra -, o negócio do Marfrig hoje está concentrado na carne bovina (92%), seguida pela suína (entre 7 a 8%). Mas, segundo ele, cada vez mais o grupo tende a ser uma empresa de alimentação. “Baseada em proteínas animais que tem até agora”, acrescenta, negando a entrada em outros segmentos, como por exemplo os lácteos, como fizeram empresas como a Perdigão e o Bertin, recentemente.

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