Desde ontem o Frigorífico Mataboi, com sede em Araguari/MG, não está realizando abates em nenhuma de suas unidades. Segundo informações de funcionários da empresa ontem as operações foram paralisadas, mas as compras devem voltar ao normal na próxima segunda-feira.
Desde ontem o Frigorífico Mataboi, com sede em Araguari/MG, não está realizando abates em nenhuma de suas unidades.
Segundo informações de funcionários da empresa ontem as operações foram paralisadas, mas as compras devem voltar ao normal na próxima segunda-feira. Os motivos para esta paralisação não foram esclarecidos e fomos apenas informados que os abates foram interrompidos para realizar alguns ajustes nas contas da empresa, que tem plantas em Araguari/MG, Rondonópolis/MT, Santa Fé de Goiás/GO, Araçatuba/SP e Três Lagoas/MS.
Agradecemos a participação de todos os leitores que entraram em contato conosco pedindo e repassando informações e estamos à disposição da Diretoria do Mataboi para divulgar maiores esclarecimentos. Conforme formos recebendo mais informações divulgaremos aqui no BeefPoint.
Atualização 28/03/2011:
Hoje falamos com compradores do Mataboi, que informaram que as compras de gado e abates do firgorífico seguem paradas, mas eles não souberam nos passar informações detalhadas sobre os motivos da paralisação.
Seguimos tentando contato com os diretores da empresa para esclarecer a situação.
0 Comments
Apenas um palpite.
O ajuste de contas é uma espécie de auditoria (due dilligence).
Novidades devem ocorrer.
Segundo fontes seguras, desde sexta, dia 18/02/2011, o frigorífico mataboi em Araguarí, que só vinha comprando gado com 30 dias, não vem honrando seus compromissos com fornecedores
Lamentável!
Já há alguns meses comenta-se com certa freqüência no mercado que quem esta,já a tempo não exatamente determinado,que o Marfrig esta por trás do Mataboi.
Esperamos que isto não seja verdade,perder uma empresa como Mataboi será mais uma
grande perda para o nosso mercado.
Saudações,
EVÁNDRO D. SÀMTOS.
Já vi histórias parecidas com essa…tomara que essa tenha um final feliz ……..
Pois é, já não basta o que sofremos com o Independência.
Quando que esta turma vai nos tratar com mais seriedade?
Já vi esse filme antes. Aliás já fui até ator coadjuvante. Cuidado produtores!
Isto cheira a Recuperação Judicial. Torço para que esteja enganado.
Chegou a vez do mata boi berrar,(mais un),todos que deram o passo maior que a perna,estao caindo,seus fundadores que andavam com o pe no chao,firme igual aroeira tocaram o negocio decadas e decadas,enquanto eles levaram anos e anos para se consolidar no mercado ,suas geraçoes futuras estavam pensando que rapadura e queijo.decadas e decadas para abrir um nova planta,com todo planejamento.os novos nao,qualquer lugar e lugar para un frigorifico,funcionar nen que tenha un mar de cana ao lado..enquanto os velhos faziam conta dos km,os novos buscam boi a milhares de km,como se o frete voce de graça,
ta ai resultado, mais un fim de festa igual aos outros tantos,que ja passaram por este filme, mais uma conta para o pecuarista..
Vejam matéria abaixo, publica no site
http://cidadebiz.ig.com.br/conteudo_detalhes.asp?id=54703
Com apoio do BNDES, Marfrig prepara novo abate de frigoríficos
De um lado, empresa ajuda o governo comprando empresas em dificuldades; de outro, garante matéria-prima para suas operações, a começar pela Seara
10/2/2011 – 10:33 – Redação
Ontem pela manhã, ao embarcar em seu próprio jatinho que o levaria do Rio de Janeiro de volta para São Paulo, o empresário Marcos Molina não conseguia esconder o sorriso e o ar de satisfação. A missão da véspera havia sido muito bem cumprida. Na última terça-feira, o dono do Marfrig passou parte do dia reunido com dirigentes do BNDES, acionista da companhia. Saiu do banco com vontade de
matar um boi e fazer um churrasco de arromba para celebrar o resultado da reunião.
Molina recebeu sinal verde para novas aquisições. O BNDES está disposto, se necessário, a aumentar sua participação no frigorífico para financiar um novo e agressivo plano de expansão, com a compra de empresas tanto no Brasil quanto no exterior.
Durante a reunião no BNDES, foi apresentada uma relação de empresas que são objeto de interesse do Marfrig. O primeiro nome da lista é o frigorífico Mataboi, com sede em Araguari (MG). Molina já teria mantido conversações com a família Dorazio, controladora da empresa. O Mataboi tem seis unidades de abate em cinco estados e seu faturamento anual está na casa dos R$ 600 milhões.
Trata-se de uma companhia razoavelmente arrumada, ainda que o termo não pareça se encaixar ao setor de frigoríficos. A empresa tem significativa inserção comercial no exterior. Metade do seu faturamento é proveniente de exportações.
Outras empresas avaliadas pelo Marfrig seriam a Arantes Alimentos, que tem uma dívida superior a R$ 1 bilhão, e a Quatro Marcos, também em recuperação judicial. Com o apoio do banco, Molina entraria em cena para desatar um nó que aperta a jugular do governo, evitando o risco de continuidade das duas empresas.
De sua parte, o empresário também resolveria um problema. O objetivo de Molina com a nova rodada de aquisições é ampliar a capacidade de abate e, consequentemente, a produção interna de matéria-prima para a operação industrial do grupo, a começar pela Seara.
O Mata Boi nao só parou de abater, mas os pagamentos aos pecuaristas, vencidos apartir do dia 18/03/11 nao estão sendo honrados.
Foi com muita tristeza que fiquei sabendo desta paralização. Um Frigorifico serio de tradição e com a mesma Inscrição desde sua inauguração. Nao podemos deixar que feche. MATABOI torço por voces e sou seu fornecedor
Boa Tarde – Não adianta é outro Frigorifico de carater honesto que se vai como foram tantos outros, é outro que não aportou nosso dinheiro publico do BNDES para sua sobrevivencia e subexistencia, ou ficar fazendo pose com dinheiro publico. Parabens Mataboi – Todo mundo sabe que o BNDES é o maior responsavel pela quebra da cadeia da Carne no Brasil, essa Instituição é pior que uma afetosa.
Mais uma empresa do ramo de carnes, enfrentando a concorrência desleal do oligopólio criado com verba pública em nosso grandioso Pais. É notório que as pequenas e médias
empresas do setor terão que buscar o juste financeiro para suas sobrevivências, talvez recorrendo do mecanismo jurídico da Recuperação Judicial, ou passar o comando para
a gigantesca usurpadora da verbas governamentais.
Como produtor rural, torço pelas empresas pequenas e médias regionais geradoras de riquezas e no trato direto e na franqueza de seus proprietários, que infelizmente passam
por essa dificuldade financeira notória e sabida.
E, que as verbas públicas sejam melhores distribuidas!
Lamento pelos pecuárista, que estão ficando sem opção com a formação de cartel. Aonde você vai matar seu boi josé? No Marfrig ou Friboi!!! Não tenho mais como escolher.
Pessoas no BNDES devem ganhar muito dinheiro concentrando o dinheiro do banco praticamente em apenas duas empresas do setor….os pecuaristas daqui um tempo terão umas 05 empresas no Brasil para vender o boi.
Mataboi já está mais para Marfrig.
Pecuaristas.. não vendem à prazo !!! por mais atraente que ´pareça!!!
temos que deixar no passado a comercialização à prazo…
Temos que nos unir, a politica do bndes de comprar debentures dos dois maiores frigoriricos do brasil , que nunca serão pagos, levará a pecuaria e os outros frigorificos a falencia. isto é uma vergonha….onde estão os politicos da bancada ruralista, cade o sr. caidado, sra. catia breu, arnaldo jardim, estão cegos?
Segundo informação de um colaborador do Mataboi, hoje (25), a diretoria irá pronunciar-se às 15:00 para prestar esclatecimentos do ocorrido e falar do futuro do Mataboi.
O que nos resta, é rezar e torcer para essa novela acabe bem, seja com empréstimo do BNDS ou com a venda da própria marca, o que não pode é a família Mataboi com uma história limpa de 62 anos e com uma única CNPJ, desonrar os compromissos com seus colaboradores e principalmente seus pecuáristas fornecedores de carne.
E mais que fecha as portas….produtores fiquem atentos…………..
Boa tarde, eu tabalho no setor da carne, aqui no Brasil, de 1965.Antes como exportador e a partir de 1974 como Agente de exportação Lamentaria muito se o Mataboi parasse. Acho que isto não vai acontecer. Exporto, entre outos cortes, muito coxão mole do Brasil para Italia, para preparar um produto chamado bresaola e, o melhor deste corte é aquele do Mataboi. Perfeito!
E foi com muito tristeza que recebi essa noticia pois ja atuei no Mataboi e tenho varios amigos la, uma empresa boa de se trabalhar, que se preocupa com padrões e qualidade fico na torcida para que deem a volta por cima….
Não importa a causa do problema com o mataboi ou os outros frigoríficos. O fato é que nós pecuaristas devemos vender o boi SOMENTE À VISTA, de preferencia com o pagamento antes do embarque. É o que tenho feito.
mais um que vai para recuperaçao judicial e o pecuarista no prejuiso
isto é mais um capítulo de novela que não vai dar certo, mais um que vai deixar o produtor chupando picolé. São pessoas que não tem um mínimo de compaixão com o produtor rural.
Vamos aguardar para ver…
Quanto menor a concorrência, pior para nós produtores.
lamento muito
Ficamos apenas nos lamentando. Mas todos os donos de uma empresa seja ele grande ou pequena percebe muito antes de acontecer o pior de que sua empresa esta mal das pernas, então por orgulho ou ganancia, vai levando até não poder mais e dai com auxilio das leis de nosso pais, pede a famosa recuperação juducial, isso é mais uma fabrica de malandros. Com isso não estou de acordo com as atitudes do BNDES, pois todos deveríamos ter as mesmas condições ou tratamento junto com os orgãos federais, mas todos nos sabemos que poor debaixo dos panos sempre tem o geitinho brasileiro para favorecer alguem. Todos são de boa indole, mas eu ja estou a mais de seis meses com pendencias junto ao IFC e não sei a quem recorrer, pois por telefone falei com um tal Fernando, dizendo ser o dono, e so não mandei mais gado para ele porque não tinha e seu frigorifico ja estava fechado, tamanho sua conversa boa. A verdade é que estamos no mato sem cachorro.
sem comentários – só lamentações
O setor de carnes passa por um processo de consolidação global liderado pelo Brasil e USA.
Se confirmado será apenas mais uma companhia que fará parte de um conglomerado industrial.
Lamentavel o acontecido…. estamos ficando nas mãos de poucos, o cartel esta formado. A palavra chave para o produtor hoje se chama AVISTA. Ainda bem que surgio a exportação de boi vivo(navio), estão tentando atrapalhar este mercado, mais não conceguirão.