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MT: Grupo Redenção tem recuperação homologada

O juiz Marco Aurélio dos Reis Ferreira, da Vara Especializada de Falência e Concordata da Comarca da Cuiabá, homologou na última quinta-feira, o plano de recuperação judicial do grupo Redenção. O plano apresentado pela ERS Consultoria foi aprovado em 2 de outubro, por 100% dos trabalhadores, 93% dos credores sem garantia e 75% dos credores com garantia real. Segundo a consultoria, com a decisão começam os pagamentos e serão mantidos mais de 1,5 mil empregos. O grupo negociou um passivo de mais de R$ 100 milhões.

O juiz Marco Aurélio dos Reis Ferreira, da Vara Especializada de Falência e Concordata da Comarca da Cuiabá, homologou na última quinta-feira, o plano de recuperação judicial do grupo Redenção, que tem quatro plantas industriais em Mato Grosso: dois frigoríficos e dois curtumes, em Araputanga, Jangada e Guarantã do Norte. O plano apresentado pela ERS Consultoria foi aprovado em 2 de outubro, por 100% dos trabalhadores, 93% dos credores sem garantia e 75% dos credores com garantia real. Segundo a consultoria, com a decisão começam os pagamentos e serão mantidos mais de 1,5 mil empregos. O grupo negociou um passivo de mais de R$ 100 milhões.

Na decisão, o juiz ainda afirma que concede a execução do plano de recuperação judicial sem a obrigação de apresentação de certidões negativas de débitos tributários da empresa. “Não há como se admitir a hipótese de viabilidade da recuperação judicial vinculada à apresentação de certidões negativas, sob pena de decretar total impossibilidade de cumprimento do plano aprovado”, atestou o juiz.

Segundo a homologação, as empresas devem apresentar mensalmente a prestação de contas sobre a execução do plano de recuperação do grupo Redenção. “Para pagar os credores, o recebimento foi atrelado à venda de propriedades rurais do grupo e ainda à criação de uma sociedade de propósito específico, que receberá como pagamento imóveis urbanos em Cuiabá/MT e Araputanga/MT”, disse o especialista em recuperação judicial, Euclides Ribeiro Junior, da ERS Consultoria.

Segundo ele, os bancos também fizeram concessões financeiras. O Banco Itaú negociou deságio de 30% no valor do crédito, e refinanciamento do saldo em 72 parcelas e o Banco Bradesco refinanciou o saldo em 54 parcelas com desconto.

As informações são da Agência Estado, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

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