Filipinas busca aumentar importações de carne bovina dos países da América Latina
31 de outubro de 2002
Considerações sobre adubações em pastagens
31 de outubro de 2002

Negócios dos exportadores brasileiros de carne no SIAL, em Paris, superam as expectativas

O Salão Internacional da Alimentação (SIAL), que terminou dia 24 em Paris, rendeu negócios de aproximadamente US$ 200 milhões para os frigoríficos brasileiros, acima dos US$ 150 milhões previstos antes do evento. A estimativa é do presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Edivar Vilela de Queiroz, e aponta para um resultado acima dos US$ 150 milhões previstos antes do evento.

A SIAL, que se realiza a cada dois anos, é uma das maiores feiras internacionais do setor alimentício e a principal para o setor de carnes, freqüentada por representantes das maiores redes de distribuição e supermercados do mundo. Pela SIAL 2002 passaram mais de 130 mil visitantes em busca de fornecedores.

“Os negócios no SIAL representaram mais uma injeção de ânimo para o setor”, resumiu Queiroz. No stand de 600 metros quadrados, organizado pela ABIEC e com a presença de 13 dos maiores frigoríficos brasileiros, foi realizado um churrasco com carne onde a frequência chegou a mil pessoas por dia – na maioria grandes importadores europeus ou de paises como o Egito.

A maior referência do espaço foi a marca do Brazilian Beef, o programa de promoção da carne brasileira no exterior, implantado em 2001 e que até o final de 2002, segundo a ABIEC, devera apontar como principal resultado um crescimento de 88% no volume das exportações brasileiras de carne em apenas dois anos.

O programa foi desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes Industrializadas (ABIEC), Agência de Promoção de Exportações (APEX), Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que investiram R$ 5 milhões.

Hoje o Brasil é o terceiro maior exportador de carne bovina, com vendas para mais de 80 países, contra pouco mais de 20 mercados antes do Brazilian Beef, e as exportações já somam US$ 1 bilhão anuais. “O programa é um sucesso comprovado. E até 2005, o Brasil será o primeiro ou segundo maior exportador mundial de carne”, previu Queiroz.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ABIEC (por Sérgio Costa)

Comments are closed.