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Nordeste se une para evoluir na classificação da aftosa

Representantes dos sete Estados do Nordeste que ainda estão na zona de risco médio para febre aftosa reforçaram o compromisso para dar continuidade ao cumprimento das exigências estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Somente com o cumprimento dessas metas é que eles podem chegar à próxima etapa da classificação: a zona livre com vacinação. O Ministério já avisou que deseja que os sete Estados cheguem juntos à zona livre com vacinação, por isso, todos resolveram trocar experiências e definir estratégias de atuação.

Representantes dos sete Estados do Nordeste que ainda estão na zona de risco médio para febre aftosa reforçaram o compromisso para dar continuidade ao cumprimento das exigências estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Somente com o cumprimento dessas metas é que eles podem chegar à próxima etapa da classificação: a zona livre com vacinação.

O Ministério já avisou que deseja que os sete Estados cheguem juntos à zona livre com vacinação, por isso, todos resolveram trocar experiências e definir estratégias de atuação.

Dessa forma, atendendo a uma iniciativa da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), em parceria com a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), os secretários estaduais de Agricultura e os dirigentes dos órgãos de defesa estiveram reunidos durante toda a manhã desta quinta-feira (17), em um hotel de Maceió, e assumiram o compromisso de dar continuidade e reforçar a execução do que é determinado pelo Mapa.

Também participaram do encontro o secretário Nacional de Defesa Agropecuária do Mapa, Francisco Jardim, e o diretor de Defesa Animal da entidade, Guilherme Marques. O setor produtivo esteve representado no encontro pelo presidente da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA), Domício Silva, e o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas (Faeal), Álvaro Almeida.

“A doença não tem fronteiras. Por isso, é melhor avançarmos juntos. Esta união dos Estados trará benefícios para todos e evoluir na classificação é um objetivo que deixa de ser apenas de Alagoas e já é de todos os Estados”, frisou o secretário-chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado, que na ocasião representava o governador Teotonio Vilela, um dos idealizadores do encontro, ainda no mês de janeiro, durante a divulgação dos números da vacinação da campanha contra a aftosa do mês de novembro de 2010.

O secretário de Estado da Agricultura, Jorge Dantas, destacou que a realização deste encontro ocorre na semana anterior a um encontro de governadores do Nordeste. “O governador Teotonio Vilela vai levar o tema da reclassificação da afotsa para o encontro com todos os governadores, que vai contar ainda com a presença da presidente Dilma Russef”, garantiu o secretário.

De acordo com o secretário Jorge Dantas, Alagoas já está reforçando o cumprimento das exigências do Mapa para que possa evoluir na classificação. “A Adeal está reforçando a fiscalização do trânsito animal, a fiscalização das feiras, como sempre fez, e dando continuidade ao cadastro agropecuário, além de ter suspendido as férias dos fiscais”, explicou.

“A situação em relação ao cumprimento dessas exigências é semelhante em todos os sete Estados, e todos eles têm dificuldades, mas, claro, há o engajamento de técnicos e do setor produtivo rural”, esclareceu o diretor presidente da Adeal, Manoel Tenório.

O superintendente do Mapa em Alagoas, João Batista, lembrou que a pecuária leiteira é a segunda atividade agropecuária mais importante do Estado, perdendo apenas para a cana-de-açúcar. “São milhares de empregos gerados nessa atividade”, afirmou, ressaltando ainda o bom entrosamento entre Mapa, governo do Estado e setor produtivo alagoano. “Somos quase que uma irmandade”, disse.

As informações são da Agência Alagoas, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

0 Comments

  1. joan ferraz mota pereira disse:

    Quais são essas exigências estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, para esses estados finalmento recebam o título de livre de febre aftosa com vacinação?
    por que eu nasci em fazenda de gado, já tenho 35 anos, e nunca vi um animal com aftosa e a mais de 10 anos vejo todos os produtores comprando e aplicando essa vacina que tanto prejuizos trás para o rebanho. Após o manejo do godo para aplicação da vacina o rebanho paraliza a produção por aprocimadamente 30 dias, ou seja, 60 dias por ano voçê trabalha para cobrir a perda causada pela vacina.