logo-beef-pointlogo-beef-point-fixologo-beef-pointlogo-beef-point
  • Home
  • Universidade BeefPoint
  • AgroTalento
    • Cursos
  • Editorial
    • Editorial
    • Miguel Cavalcanti
  • Giro do Boi
  • Cadeia Produtiva
    • Entrevistas
    • Marketing da Carne
    • Carne & Saúde
    • Espaço Aberto
    • Manejo Racional
    • Gerenciamento
    • Melhoramento Genético
    • Conservação de Forragens
    • Rodrigo Albuquerque
    • Novidades
    • Fique Atento
  • Cotações
  • e-Books
    • 42 Lições estratégicas para dobrar o lucro da sua fazenda
    • Marketing, Vendas e Posicionamento para seus produtos de alta qualidade no agro
    • Gestão de pessoas em fazendas de alta lucratividade
  • Contato
    • Contato
    • Fale com a diretoria
    • Assine nossa Newsletter
  • Home
  • Cadeia Produtiva Raças e Genética
  • Projeto busca viabilizar clonagem comercial de bovinos
Mercados Futuros – 20/04/11
25 de abril de 2011
Rede de Agricultura Sustentável trabalha certificação socioambiental da carne
25 de abril de 2011

Projeto busca viabilizar clonagem comercial de bovinos

25 de abril de 2011

Durante reunião técnica do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), o projeto coordenado pelo biólogo Tiago Henrique Camara De Bem, da empresa Clonest, e dedicado à produção comercial de clones bovinos, foi apresentado. Segundo o membro da Coordenação Adjunta de Pesquisa para Inovação da FAPESP, João Furtado, o caso é um bom exemplo de proposta que alia objetivo comercial à solução de um problema científico complexo, além de contar com parcerias bem articuladas.

Durante reunião técnica do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), o projeto coordenado pelo biólogo Tiago Henrique Camara De Bem, da empresa Clonest, e dedicado à produção comercial de clones bovinos, foi apresentado. Segundo o membro da Coordenação Adjunta de Pesquisa para Inovação da FAPESP, João Furtado, o caso é um bom exemplo de proposta que alia objetivo comercial à solução de um problema científico complexo, além de contar com parcerias bem articuladas.

“Os desafios científicos, tecnológicos e comerciais estavam bem definidos, e a equipe, bem preparada para enfrentá-los. É um caso bem-sucedido de um projeto PIPE que já finalizou a fase 2 e está em pleno funcionamento em escala comercial. Agora, a empresa já anda com suas próprias pernas”, disse.

De Bem explica que a ideia do projeto surgiu em 2004, com uma parceria entre o Laboratório de Morfofisiologia Molecular e Desenvolvimento da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), da Universidade de São Paulo (USP) de Pirassununga e a empresa de biotecnologia Vitrogen. O resultado da parceria foi a primeira clonagem de bovinos em escala comercial no Brasil.

“A gestação do bovino dura mais de nove meses e não podíamos iniciar a Fase 1 do PIPE sem deter a tecnologia necessária para a clonagem. Por isso, fizemos a parceria e o resultado foi o sucesso da clonagem em escala comercial. Durante a Fase 1, utilizamos o espaço físico e a tecnologia da universidade”, disse.

O sucesso da primeira fase, segundo De Bem, viabilizou a implantação de uma estrutura autônoma independente. Assim, em 2007, com o início da Fase 2, o projeto se desvinculou da universidade e foi estabelecida uma nova empresa, a Clonest.

“Analisamos o mercado e detectamos uma grande dificuldade de tecnologia e um problema de ordem biológica. Havia um risco, que enfrentamos com ousadia, mas com os pés no chão. Fizemos a proposta de uma forma que acabou se mostrando viável”, afirmou.

Inicialmente, a empresa comercializava o animal nascido por cerca de R$ 60 mil. Mas o processo gerou um problema de liquidez para a empresa. A forma de comercialização foi modificada. A empresa continuou vendendo os animais, mas privilegiou a venda de embriões. Com isso, o comprador passou a arcar com os custos de nascimento e de veterinário. Atualmente compra-se um pacote de 50 embriões, com o custo de R$ 500 por embrião.

O uso da clonagem em larga escala deve possibilitar um melhoramento genético mais eficiente e uniforme do rebanho, em comparação com a inseminação artificial ou a monta natural.

As informações são da Agência FAPESP, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Equipe BeefPoint
Equipe BeefPoint

Artigos Relacionados

19 de outubro de 2016

Qual é melhor, Caracu ou Guzerá? ? ?


Leia mais

Comments are closed.

Categorias

  • AgroTalento
  • Artigos técnicos
  • Bezerro, garrote e boi magro
  • Cadeia Produtiva
  • Cotações
  • Editorial
  • Fique Atento
  • Giro do Boi
  • Marketing da Carne
  • Notícias
  • Panorama do Mercado
  • Parceiros
  • Raças e Genética
  • Sistemas de Produção
  • Vaca gorda

Pecuária do Futuro

  • Página Principal
  • Editorial
  • Blog Miguel Cavalcanti
  • Giro do Boi
  • Marketing da Carne
  • Entrevistas

Radares Técnicos

  • Gerenciamento
  • Manejo Racional
  • Melhoramento Genético
  • Nutrição
  • Pastagens
  • Qualidade da Carne
  • Reprodução
  • Sistemas de Produção

Contato

  • Contato
  • Fale com a diretoria

e-Books

  • Gestão do Resultado na Fazenda
  • Guia Completo: Marketing Que Funciona no AGRO, Mesmo em Tempos de Crise
  • Estratégia para Negócios de Consultoria no Agro, por Miguel Cavalcanti
  • As 7 Estratégias para Aumentar o Lucro da Sua Fazenda Familiar

Siga o BeefPoint

  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
  • LinkedIn
© 2021 BeefPoint.