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Respeito à regionalização será defendido na OMC

Na próxima semana o Brasil vai à Organização Mundial do Comércio (OMC) para garantir que está adotando novas medidas para erradicar a febre aftosa no país. Também aproveitará para manifestar "preocupação comercial específica" contra o México em um problema com a entrada da carne bovina cozida e congelada. Dos EUA, reclamará de exigências adicionais na análise de risco sanitário para produtos agrícolas em geral. A Malásia também está no alvo, pelo custo de inspeção que impõe para os produtos agrícolas.

Na próxima semana o Brasil vai à Organização Mundial do Comércio (OMC) para garantir que está adotando novas medidas para erradicar a febre aftosa no país. Também aproveitará para manifestar “preocupação comercial específica” contra o México em um problema com a entrada da carne bovina cozida e congelada. Dos EUA, reclamará de exigências adicionais na análise de risco sanitário para produtos agrícolas em geral. A Malásia também está no alvo, pelo custo de inspeção que impõe para os produtos agrícolas.

Em reuniões anteriores do Comitê SPS, o país reclamou que a China proibia a entrada de carne bovina e gelatina brasileiras, atropelando o princípio da regionalização. Para evitar a repetição desses problemas, o Brasil busca um acordo na OMC para operacionalizar a regionalização sanitária prevista no artigo 6 do Acordo SPS. A OMC determina que os países reconheçam o princípio, mas não diz em quanto tempo.

As informações são de Assis Moreira, do jornal valor Econômico.

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