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RS: Sicadergs espera perspectivas boas para 2009

Apesar das incertezas que rondam o mercado por conta da crise mundial este ano, o panorama para a carne bovina gaúcha deverá ser mais positivo a partir de 2009. Em ritmo de recuperação, após a perspectiva de fechar 2008 diante de um cenário nebuloso, o Sindicato da Indústria de Carnes do Estado (Sicadergs) estima bater em 2010 o recorde de 2006.

Apesar das incertezas que rondam o mercado por conta da crise mundial este ano, o panorama para a carne bovina gaúcha deverá ser mais positivo a partir de 2009.

Em ritmo de recuperação, após a perspectiva de fechar 2008 diante de um cenário nebuloso, o Sindicato da Indústria de Carnes do Estado (Sicadergs) estima bater em 2010 o recorde de 2006. A meta será retomar o abate de 2,1 milhões de cabeças e a exportação de 240 mil toneladas de carne bovina.

“Se a crise mundial nos permitir, os indicativos são muito bons”, diz Ronei Lauxen, presidente do Sicadergs.

A boa oferta de animais para o abate e as novas perspectivas de ampliar as exportações são fatores importantes para que a projeção se confirme. Porém, Lauxen reconhece que a indústria deverá se reestruturar para atender à demanda, já que reduziu 30% do pessoal na crise.

Com a retração nas exportações por parte da indústria este ano, o mercado interno ficou mais ofertado e os preços foram pressionados para baixo – 5% nos últimos 15 dias. No Estado, o abate de bovinos deverá fechar 2008 em 1,45 milhão de cabeças e as exportações deverão ficar em 100 mil toneladas.

As informações são do Jornal Zero Hora/RS, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

0 Comments

  1. Ione Toledo de Medeiros Junior disse:

    O grande negócio da carne, todos dizem, é a exportação. Concordo em parte, porém o mercado interno gaucho tem um grande potencial e, nos últimos tempos não estão dando a importância devida. Os preços elevados ao consumidor final é um fator a ser analisado. Se a exportação está retraida temos que colocar carne a preços atrativos no mercado interno e não importar excedentes de outros estados, as vezes de péssima qualidade.