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Segue polêmica sobre cota Hilton na Argentina

O negócio mais importante da indústria frigorífica da Argentina, a cota Hilton, que representa US$ 200 milhões por ano em exportações, está a ponto de ser definido, mas ainda permanecem as tensões entre os diferentes participantes da indústria e a Secretaria da Agricultura do País sobre a repartição dessas 28 mil toneladas de carne de alta qualidade e preço.

Esta semana seriam fixados os volumes de exportação para cada empresa, segundo estimativas privadas.

O secretário da Agricultura da Argentina, Miguel Campos, solicitou às empresas em junho passado que se comprometessem a desistir de medidas cautelares e, em conseqüência, conseguir uma maior transparência na divisão.

No entanto, essa convocação não obteve a adesão esperada. Isso provocou a reação do Argentine Beef Consortium (ABC), que engloba 95% do setor exportador argentino (Swift e Quickfood, entre outros) porque considera que as medidas judiciais desvirtuam a correta alocação da cota Hilton por meio do cálculo do desempenho exportador anterior de cada firma.

As empresas mais importantes entendem que a Secretaria da Agricultura conta com argumentos jurídicos suficientes para tomar a decisão política de repartir a cota sem considerar os casos de frigoríficos que apresentaram medidas cautelares. Existem antecedentes da Corte Suprema que deram razão à administração pública e desconsideraram as reclamações das empresas.

Na semana passada, Campos e o vice-secretário de Política Agropecuária, Claudio Subsay, encarregado da divisão, mantiveram uma reunião na qual avaliaram os detalhes da resolução e as eventuais conseqüências judiciais.

Fonte: La Nación (por Franco Varise), adaptado por Equipe beefpoint

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