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Técnicos da Coréia do Sul chegam aos EUA

O Governo da Coréia do Sul mandou na segunda-feira uma delegação para os Estados Unidos para discutir as mudanças no acordo de importação de carne bovina norte-americana que têm gerado muitos protestos na Coréia por preocupações referentes à segurança alimentar.

O Governo da Coréia do Sul mandou na segunda-feira uma delegação para os Estados Unidos para discutir as mudanças no acordo de importação de carne bovina norte-americana que têm gerado muitos protestos na Coréia por preocupações referentes à segurança alimentar.

O partido atuante na Coréia, o Grand National Party (GNP), disse que uma equipe de 5 pessoas, incluindo quatro legisladores, se reunirá com oficiais do comércio, legisladores e negociantes em Washington até sexta-feira.

Milhares de protestantes tomaram as ruas de Seul nas últimas semanas dizendo que o acordo referente à carne bovina fechado entre os dois países não protege contra os riscos da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB). Eles pediram que o presidente sul-coreano, Lee Myung-Bak, renegocie o acordo para retomar as importações de carne bovina dos EUA, suspensas em 2003 por causa da EEB.

Lee está considerando a possibilidade de fazer uma reforma geral em seus funcionários em uma tentativa de acabar com a pior crise política que ele vem enfrentando desde que assumiu o cargo em fevereiro. “Deverá haver restrições às importações de carne proveniente de animais com mais de 30 meses de idade”, disse o presidente do GNP, Kang Jae-Sup, à equipe antes de sua partida, enfatizando a mudança recente na posição de Seul. “O presidente Lee conversou sobre isso com o presidente Bush. Espero que (os delegados) expliquem isso aos EUA, observem o clima lá e conduza bem nossa opinião”.

A Coréia do Sul está tentando acalmar as preocupações públicas adiando a retomada das importações e pedindo que os EUA não exportem carne bovina de mais de 30 meses de idade. No entanto, Lee insistiu que não re-negociará o acordo de carne bovina, dizendo que isso poderia colocar em risco o acordo de livre comércio com os EUA. A reportagem é da Agence France-Presse (AFP).

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