Além de travar uma batalha para derrubar o embargo europeu à carne brasileira, dentro do país o que se vê é uma "guerra" diplomática. De um lado os dirigentes da Agricultura e de outro o Itamaraty, que não se envolve nas negociações.
Além de travar uma batalha para derrubar o embargo europeu à carne brasileira, dentro do país o que se vê é uma “guerra” diplomática. De um lado os dirigentes da Agricultura e de outro o Itamaraty, que não se envolve nas negociações.
No meio do fogo cruzado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) enviou uma lista à União Européia (UE), na sexta-feira (22), com menos 200 propriedades. Essa listagem sequer passou pela missão diplomática em Bruxelas.
Enquanto o Mapa reclama da falta de interesse dos diplomatas, o Itamaraty reclama da “inabilidade” das autoridades da Agricultura com a sucessão de listas de fazendas credenciadas e das declarações públicas do ministro Reinhold Stephanes acusando irregularidades de frigoríficos exportadores.
As informações são de reportagem de Mauro Zanatta, com colaboração de Assis Moreira, para o jornal Valor Econômico.
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Isto é facil de esplicar: Dois Orgões antagonicos com idealismos diferentes , formaçâo diferente, experiencias diferentes,e naturezas diferentes, jamais conseguem fazer um trabalho harmonioso e enfrentar mesmo assim um adversario durão, com longos anos de experiencias internacionais. Acima disso deram mostra que nâo dominam a tecnica burocratica, o que oferece vantagem aos macacos velhos nos seus galhos.
Cordialmene
Fica realmente dificil de entender a que ponto vamos chegar ou nos submeter-mos, ás exigeências da UE, se tudo o que colocamos à aprecção dos mesmos, somos questionados, imaginam vocês se o mercado estivesse ao contrario, teriamos que manda-los até virem apartar o nosso gado de acordo com a conveniência deles.