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EUA comemoram feriado consumindo mais carne

No próximo dia 28, os Estados Unidos farão o “Memorial Day Holiday”, feriado em que mais se consome carne bovina no País. O Memorial Day, comemorado sempre na última segunda-feira de maio, foi criado em homenagem aos mortos nas guerras e conflitos dos EUA e em outras situações de combate que tiveram a participação do País. Neste ano, mais de 27 milhões de quilos de carne serão preparados, suficientes para servir os tradicionais hambúrgeres para quase todos os norte-americanos, de acordo com a National Cattlemen’s Beef Association (NCBA).

“Nossa expectativa é de que os consumidores do país comprem 27,2 milhões de quilos de carne durante as celebrações do Memorial Day, volume cerca de 25% maior do que as compras diárias do produto”, disse o economista da NCBA (Associação dos Produtores de Bovinos de Corte dos EUA), Chuck Lambert.

Os outros dois feriados dos EUA que também promovem o consumo de carne são o Dia da Independência (4 de julho) e o Dia do Trabalho (1º de setembro). A NCBA deve produzir neste ano cerca de 11,7 bilhões de quilos de carne bovina.

Aumento da demanda

Os consumidores dos EUA estão consumindo grande quantidade de carne bovina, e não somente nos feriados. “Segundo os dados preliminares dos primeiros três meses desse ano, a demanda por carne bovina aumentou aproximadamente 2% com relação ao mesmo período de 2000”, disse o presidente e chefe executivo da NCBA, Chuck Schroeder. “A tendência positiva da demanda reforça o gosto do consumidor norte-americano por carne bovina, além da habilidade da indústria de fornecer produtos de qualidade que supram as necessidades do mercado”, disse ele.

A demanda por carne bovina, medida através do cálculo do consumo per capita e dos gastos dos consumidores com o produto, está em alta desde 1999, quando a indústria de carnes dos EUA passou a concentrar suas atividades na distribuição de produtos mais convenientes, além da educação dos consumidores com relação aos nutrientes-chave da carne bovina, e do trabalho desenvolvido para assegurar que a carne dos EUA é a mais segura do mundo.

As medidas tomadas pelo país para evitar a disseminação da febre aftosa e da doença da vaca louca nos EUA também aumentaram a confiança dos consumidores na carne bovina, concluiu Lambert.

fonte: Agriclick , adaptado por Equipe BeefPoint

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