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MS estuda maneiras para amenizar crise em frigoríficos

O governador André Puccinelli determinou, ontem durante reunião com representantes de pequenos e médios frigoríficos, que seja formada uma comissão para discutir propostas para solucionar a crise no setor em Mato Grosso do Sul. "O prazo é de 30 dias para que legalmente se encontre uma sistemática para auxiliar a classe. Amanhã, a comissão já começa a estudar as alternativas. Se possível, tentar encontrar uma solução esta semana", afirma Puccinelli.

O governador André Puccinelli determinou, ontem durante reunião com representantes de pequenos e médios frigoríficos, que seja formada uma comissão para discutir propostas para solucionar a crise no setor em Mato Grosso do Sul. “O prazo é de 30 dias para que legalmente se encontre uma sistemática para auxiliar a classe. Amanhã, a comissão já começa a estudar as alternativas. Se possível, tentar encontrar uma solução esta semana”, afirma Puccinelli.

A diretoria da Assocarnes, associação formada há dois meses por pequenos e médios frigoríficos, abatedouros e distribuidores de carne, entregou um documento ao governador, mostrando a situação de crise pela qual passa o setor e reivindicando uma alíquota diferenciada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o preço da carne para o mercado interno. “Não há como diferenciar sem infringir a lei, isso não é permitido”, explica o governador.

A associação alega que os frigoríficos de grande porte, além das exportações, estão competindo também no mercado interno, oferecem preços menores, inviabilizando, desta forma, as pequenas e médias empresas do ramo. Em alguns casos, conforme a Assocarnes, a situação está grave e há ameaças de fechar as portas. “Eu quero ajudar sob a ótica do desemprego, para que esses empreendimentos não fechem. A compensação para o Estado será a manutenção e até a ampliação dos empregos oferecidos”, ressalta Puccinelli.

A comissão será formada por três representantes da secretaria estadual de Fazenda (Sefaz): o secretário Mário Sérgio Lorenzetto, o secretário-adjunto Gilberto Cavalcante, o superintendente de Administração Tributária, Gladiston Riekstins de Amorim, além de três representantes dos pequenos e médios frigoríficos, que serão escolhidos pelos empresários.

A matéria é site MS Notícias, resumida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

0 Comments

  1. Hans Nagel disse:

    Caro Leitor.

    Nâo é só frigorificos pequenos e medios que sofrem da situação.

    Quem mais sofre é o produtor. Alem das dificuldades climaticas o frigorifico de exportação trata o produtor como sendo o jeca tatu, acostumado a sofrer.

    Criar gado hoje é um pessimo negocio. Não se consegue mais reenvistir na pecuaria e muitas veses nem pagar as contas de manutenção. Os governos Estaduais e Federais nos tratam como se fosse crescer o nosso dinheiro em arvores.

    Ate a construção Naval estamos obrigado a financiar atraves do adubo importado. No caso de MS pagamos imposto pesado, 4.5% mais 27% sobre o transporte, deste mesmo produto vindo de outros Estados.

    Os frigorificos maiores com seu cartel e enes filiais adquiridos com nosso dinheiro atraves dos preços baixos pago ao produtor no passado recente. E continuam pressionar o preço para baixo. Desta situação já resulta uma diminuição do rebanho, é só levantar os dados do IAGRO para entender a disponibilidade de gado para abate no proximo ano e avaliar as consequencias.

    Para o pecuarista ha alternativas como Cana e Eucalipto. Sr André Putccinelli e Famasul devem incluir o estudo no mesmo rol dos frigorificos pequenos e lançar um resultado produtivo para ambos os segmentos.

    Cordialmente