O mercado físico do boi gordo teve um dia de estabilidade na maior parte do país. No entanto, algumas regiões voltaram a registrar negociações acima das referências médias no decorrer desta quinta-feira, informa a consultoria Safras & Mercado.
No geral, a semana foi marcada por negociações lentas e poucos avanços das escalas de abate, ainda posicionadas entre cinco e sete dias úteis na média nacional. “A evolução das escalas de abate e o ritmo semanal das exportações são variáveis essenciais para interpretar o andamento do mercado no curtíssimo prazo”, destaca Fernando Iglesias, analista da Safras.
Nesta quinta-feira (30/7), das 33 regiões monitoradas pela Scot Consultoria, 23 não tiveram mudanças no preço do boi gordo na comparação diária. Houve aumentos no Triângulo Mineiro, norte de Minas Gerais, Goiânia (GO), Campo Grande (MS), norte de Mato Grosso, Marabá (PA), Paragominas (PA), sudeste de Rondônia e norte e sul de Tocantins.
Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo seguiu em R$ 348 a arroba para o pagamento a prazo. As cotações do “boi China” e da novilha também não mudaram. Já o preço da vaca subiu R$ 3, para R$ 320 a arroba.
A alta da cotação da vaca e a firmeza das cotações do boi e da novilha foram sustentadas pela oferta contida, afirma a Scot. Do lado da indústria, os negócios estavam sendo fechados para manter as escalas confortáveis, sem alongá-las demais.
Fonte: Globo Rural.