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Produção de rações deve crescer 2,4% em 2024, diz sindicato

Acidose ruminal

A produção nacional de rações e suplementos minerais deve alcançar 88,3 milhões de toneladas neste ano, aumento de 2,4% em relação a 2023, estimou hoje (23/4) o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações). Somente a alimentação de aves, suínos, bovinos e outros animais deve representar 84,8 milhões de toneladas em 2024.

No ano passado, a produção total de rações e sais somou 86,2 milhões de toneladas, avanço de 1%.

O sindicato prevê avanço para os resultados de todos os segmentos da alimentação animal para este ano. As aves devem responder por 44,7 milhões de toneladas, alta de 3,1%. A projeção inclui frangos de corte e aves poedeiras.

“A avicultura de corte vai garantir suprimento doméstico suficiente e manter promissor desempenho no atendimento à demanda externa, garantindo, mais uma vez, a liderança no pódio internacional, enquanto a oferta de ovos, ao longo de 2024, pode incrementar mais 6%, sobretudo, por causa daquele consumidor atento à alternativa proteica que melhor se ajusta ao seu orçamento financeiro”, afirmou o Sindirações em nota, para justificar os fundamentos que tendem a se traduzir em maior demanda por rações.

No segmento de suínos, a expectativa é que a produção de alimento para os porcos alcance 21 milhões de toneladas em 2024, avanço de 1%. Na avaliação do sindicato, a suinocultura terá recorde de exportações da carne e poderá ultrapassar o Canadá no ranking global de fornecedores, apesar da redução gradual nas importações pela China.

Já na área de bovinos (de leite e corte), o Sindirações espera 12,1 milhões de toneladas de alimentação para o gado, alta de 1,3%.

“Para 2024, espera-se o início da virada no ciclo pecuário e a menor oferta de bezerros deve favorecer a retomada da recuperação no preço dessa reposição, estimular a retenção de fêmeas e passar a incrementar o preço do (boi) terminado”, disse.

De acordo com o sindicato, enquanto em 2023 a produção estimada para a alimentação industrializada de bovinos de corte confinados/semi-confinados (5,86 milhões toneladas) e para vacas leiteiras (6 milhões de toneladas) caiu respectivos 1,6% e 2%, a perspectiva para 2024 indica um incremento de 1,5% e estabilidade ou avanço de pouco mais de 1% para estas categorias de produtos.

No segmento de cães e gatos, a perspectiva é que a produção atinja 4,03 milhões de toneladas, alta de 4%.

Para a aquacultura (peixes e camarões), o Sindirações projeta 1,69 milhão de toneladas, avanço de 4,6% neste ano.

Fonte: Globo Rural.

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