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Vacinação na Bolívia pode ser prejudicada por instabilidade política

O clima de convulsão social em que está mergulhada a Bolívia é uma ameaça ao plano aprovado pelo Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul de vacinar seis milhões de animais naquele país entre novembro e dezembro.
“Caso não haja acomodação rápida, a instabilidade política vai atrapalhar”, disse o diretor do Departamento de Defesa Animal (DDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), João Cavallero.

O programa ratificado pelos ministros da Agricultura do Comitê Agropecuário do Sul, formado pelos países do Mercosul, Chile e Bolívia, prevê investimentos de US$ 3 milhões na primeira fase. Os recursos serão direcionados para a vacinação (US$ 1,8 milhão) e identificação (cerca de US$ 1 milhão) dos animais que formam os rebanhos daquele país.

O projeto será financiado pelo Comitê Agropecuário, mas Cavallero reforçou que o Brasil está disposto a conduzir o processo de erradicação da febre aftosa na Bolívia. Segundo o diretor, o ministro Roberto Rodrigues autorizou o departamento a negociar uma fórmula para viabilizar o projeto. Um dos argumentos do Brasil para convencer os parceiros é o estoque de 121 milhões de doses de vacina antiaftosa, o que evitaria licitação para a compra do produto.

Cavallero lembrou que a Bolívia é o único país que mantém atividade viral na região, problema que se concentra na região do Chaco.

Fonte: Gazeta Mercantil, adaptado por Equipe BeefPoint

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