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Demanda aquecida para carnes de grife

Segundo reportagem de Ellen Cordeiro, publicada hoje na Gazeta Mercantil, o mercado de carne bovina em porções apresenta todos os sinais de que vai registrar novos avanços este ano, diante do crescimento do interesse de seu público-alvo: pessoas que não têm tempo a perder, o que forma um leque que vai do consumidor final a restaurantes e hotéis. “O consumo de carne com etiqueta deverá crescer de 20% a 25% este ano, depois de quase dobrar no ano passado”, afirma Christophe Auger, diretor de comercialização de produtos perecíveis do Grupo Pão de Açúcar.

Sem citar números, Auger afirma que uma das características do segmento é o preço maior, o que tem atraído novos fornecedores, além da preocupação com o teor de gordura da carne – normalmente de novilho precoce – e com sua rastreabilidade. Segundo Auger, a carne com etiqueta começou como grife, primeiro com a Wessel, em 1997, seguida pela Bassi, dois anos depois.

Por Ellen Cordeiro, para Gazeta Mercantil, 01/02/01

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