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EUA prevêem queda nas exportações argentinas e uruguaias

Os recentes aparecimentos de focos de febre aftosa na Argentina e no Uruguai irão provocar uma redução severa nas exportações de carne bovina desses países para os Estados Unidos, segundo projeções feitas pelo Serviço de Agricultura Exterior (FAS), do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Segundo o FAS, as exportações de carne bovina da Argentina em maio podem ter caído cerca de 29%, e as exportações do Uruguai podem ter sido de apenas um terço das previsões feitas em março. Os analistas do FAS disseram que o aparecimento da enfermidade acabou com a esperança dos dois países de expandirem sua participação no mercado mundial, através da comercialização de carne fresca e congelada de alto valor agregado, como tinha sido proposto há alguns meses.

Os EUA e outros grandes importadores de carne impuseram agora controles severos nas carnes oriundas da Argentina e do Uruguai. Dos países com casos de aftosa, os EUA permitirão somente a entrada de carne bovina cozida, estando proibida a importação de carne fresca ou congelada. As duas nações sul-americanas tentam controlar a enfermidade com o uso de um programa massivo de vacinação, evitando o abate de animais.

A União Européia e outros mercados podem até reabrir suas portas para as carnes argentina e uruguaia, caso haja progresso no controle da enfermidade. Entretanto, exportações aos EUA e ao Canadá – os dois mercados de crescimento mais rápido das exportações de carne da Argentina e do Uruguai nos últimos dois anos – permanecerão fechados para carne fresca e congelada até que os países consigam o status de livre da enfermidade.

fonte: Meating Place (por Dan Murphy), adaptado por Equipe BeefPoint

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