

No 1º trimestre de 2026, foram abatidas 10,29 milhões de cabeças de bovinos, maior resultado de um 1º trimestre da série histórica, iniciada em 1997. O resultado foi 3,3% superior ao 1º trimestre de 2025 e 6,9 % abaixo do registrado no trimestre imediatamente anterior.
Sobre a aquisição de peças de couro pelos curtumes, foi registrada estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e queda de 3,3% em comparação ao 4º trimestre de 2025, somando 10,75 milhões de peças de couro.
Número de animais abatidos e peso das carcaças de bovinos, suínos e frangos, aquisição de leite cru, aquisição de couro cru e produção de ovos de galinha – Brasil – 1º Trimestre de 2026


FONTE: IBGE – Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Agropecuárias – Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, Pesquisa Trimestral do Leite, Pesquisa Trimestral do Couro e Pesquisa da Produção de Ovos de Galinha.
Nota: Os dados relativos ao ano de 2026 são preliminares.
No 1º trimestre de 2026, foram abatidas 10,29 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Essa quantidade representou uma variação positiva de 3,3% em comparação com o 1º trimestre de 2025 e redução de 6,9% em relação ao 4º trimestre de 2025.
A produção de 2,63 milhões de toneladas de carcaças bovinas, no 1º trimestre de 2026, consistiu em um incremento de 5,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e queda de 10,3% em relação ao apurado no 4º trimestre de 2025.
Entre as Unidades da Federação, Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, com 17,5% da participação nacional, seguido por São Paulo (11,6%), Goiás (9,2%) e Pará (9,1%).
Os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro – aqueles que efetuam curtimento de pelo menos 5.000 unidades inteiras de couro cru bovino por ano – declararam ter recebido 10,75 milhões de peças inteiras de couro cru bovino no 1º trimestre de 2026. Essa quantidade representa estabilidade em comparação à registrada no 1º trimestre de 2025 e uma queda de 3,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior.
Goiás segue na liderança entre as de Unidades da Federação que receberam peças de couro cru para processamento, com 19,0% da participação nacional, seguido por Mato Grosso (16,8%) e Mato Grosso do Sul (12,1%).
Fonte: IBGE.