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Os produtores rurais do Reino Unido estão solicitando ao governo federal que proíba pessoas que chegam ao país de trazer carne, numa tentativa de evitar uma nova crise sanitária, que pode ser disseminada pela importação ilegal de alimentos que passem por aeroportos ou portos não inspecionados.

A União Nacional dos Produtores (NFU) disse que a Inglaterra tem que seguir todos os passos, a fim de evitar que uma nova crise sanitária acometa o país. “A epidemia de febre aftosa destacou os riscos trazidos pelas importações ilegais, incluindo bens de consumo trazidos pelos viajantes”, disse Michael Seals, presidente do comitê de padrões alimentares do NFU. “Pessoas que chegam ao país podem trazer apenas um quilo de alimento cozido, hermeticamente fechado, para seu próprio consumo”, disse ele.

Segundo oficiais do governo, a presença de inspetores nos portos e aeroportos servirá como um alerta vermelho para aqueles que fazem contrabando de carne, e os restaurantes deverão enquadrar-se para evitar novas epidemias de febre aftosa.

Desde fevereiro, quase 1800 propriedades rurais no Reino Unido foram confirmadas com a doença, e cerca de 3,5 milhões de animais já foram sacrificados, na tentativa de minimizar sua disseminação pelo país. O número de casos confirmados por dia agora baixou para um ou dois, contra a média diária de 12 confirmações, na época do pico da epidemia.

Apesar disso, o NFU disse que é necessário que o governo tome atitudes para prevenir outra crise, inspecionando os países que exportam para a União Européia. Caso os padrões de saúde e segurança desses países não estejam de acordo com os níveis determinados pela UE, algumas licenças comerciais serão revogadas.

fonte: NCBA, adaptado por Equipe BeefPoint

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