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Ministério tenta liberar a venda de carne bovina para a EU

O Reino Unido suspendeu as importações de carne bovina ‘in natura’ do Brasil devido ao aparecimento de focos de febre aftosa no Sul do País. A medida provocou indignação do setor exportador e do governo. “É inadmissível o veto dos britânicos, que feriram acordos internacionais”, diz o diretor da Associação das Indústrias Exportadoras de Carnes Industrializadas (Abiec), Ênio Marques.

No ano passado, a receita com a venda da carne bovina ‘in natura’ ao Reino Unido foi de US$ 50 milhões. A carne industrializada está liberada. O Reino Unido é o maior comprador europeu do produto brasileiro, com gasto anual de US$ 90 milhões. Chile e Israel também vetaram as compras de carne bovina gaúcha. A Rússia suspendeu as importações de suíno do Circuito Pecuário Sul. A Arábia Saudita, ao contrário do que havia sido informado pelo Ministério da Agricultura, não impôs barreira à carne bovina brasileira. Segundo o diretor da Abiec, a restrição era referente aos contêineres de carne que passam pela Europa, considerada zona de risco’.

Missões oficiais do Ministério da Agricultura partem nesta semana à Inglaterra, Rússia e Bélgica para apresentar as ações desenvolvidas pelo Brasil no combate à aftosa e tentar, com isso, reverter o bloqueio às importações. A missão visitará também Bruxelas, para tentar evitar que outros países do bloco tomem a mesma decisão adotada pela Inglaterra.

fonte: Gazeta Mercantil (por Denis Cardoso, Ayr Aliski e Luiz Guimarães), adaptado por Equipe BeefPoint

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