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Evolução do comércio de gado em pé na Argentina

As importações de gado em pé pelos argentinos aumentaram nos últimos anos e simultaneamente as exportações diminuíram.

Em 1995 foram importadas apenas 900 cabeças enquanto que em 1998 a importação foi recorde, 98.821 cabeças.

Em 1999 se importou 28.692 cabeças, ou uma redução de 71% em relação a 1998.

Tabela

Perfil da importação

A Argentina importa principalmente animais de ano, ano e meio (68,5%), cujo destino é a engorda. Em seguida, ocupando o segundo lugar, vêm as vacas (16,8%) tanto para engorda como para cria. Em terceiro lugar vem as vacas pesadas para engorda e trabalho (8,7%), seguida pelos bois magros, também para engorda (5,8%) e finalmente touros (0,2%).

Mas o grosso das importações destina-se à engorda, cerca de 88%, 7,6% para a reprodução e 4,2% para trabalho.

A quantidade de animais destinados à engorda aumentou em função dos preços praticados na Argentina para os animais de reposição. Quadro de preços semelhante ao que vem ocorrendo no Brasil.

Gráfico 1

Raças importadas

A principal raça importada é a Hereford, com chifres e mocha, perfazendo 82% do total. O restante é composta de cruzamentos com raças britânicas e cruzamento com raças zebuínas, 13,1 e 8,4%, respectivamente.

Outras raças importadas, se bem que em menor quantidade são : Aberdeen angus, Holstein, Brahman, etc.

Os principais países fornecedores são o Uruguai, com 91,6% do total, Chile com 7,4% e o restante divido entre o Brasil, Paraguai, Estados Unidos e Canadá. Desses dois últimos países são importados touros com pedigree.

Exportações de gado em pé

A exportação de gado em pé, depois do pico registrado em 1995, vem decrescendo.

Em 1999 foram exportadas 8.563 cabeças. Em 1995, 272.044 reses, um recorde.

As exportações que haviam caído em 1998 para 4.389 cabeças, quase que dobraram em 99 em virtude do preço do gado argentino tornar-se mais competitivo.

A Argentina abastece principalmente a Bolívia, que responde por 74,5% do mercado de exportação de gado em pé argentino. Depois vem o Paraguai com 19,2% e por último o Brasil que representa 6,4% do total exportado.

Do total exportado 51,6% são vacas, 30% novilhos, 15,5% touros.

Gráfico 2

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