Lançado em abril pela Bolsa Brasileira de Mercadorias, o sistema eletrônico de comercialização de gado bovino está longe de decolar. Em quatro meses de operação, a "bolsa da carne" negociou apenas R$ 508,5 mil com a venda de 465 cabeças de gado. Outros 800 bois foram ofertados, mas não tiveram compradores. Ontem, mais um lote de 40 cabeças não despertou interesse dos frigoríficos. Pecuaristas acusam os frigoríficos de "jogo pesado" para evitar o modelo de depósito antecipado e conciliação de conflitos via arbitragem interna.