28 de abril de 2010

Frigorífico tem dificuldade para cadastrar fornecedores

Quase um ano após a publicação do relatório do Greenpeace que aponta a pecuária como principal vetor do desmatamento na Amazônia, os frigoríficos avançaram no processo de cadastrar e monitorar seus fornecedores no bioma. Mas ainda não conseguem rastrear 100% da cadeia e estão revendo os prazos do compromisso assinado com a ONG em outubro de 2009. Os principais frigoríficos que têm fornecedores de carne na Amazônia, como Marfrig, Minerva e JBS Friboi, pediram mais três meses de prazo para concluir o monitoramento de suas cadeias.
28 de abril de 2010

Atacado – 28/04/10

Cotações do atacado de carne bovina, de acordo com o Boletim Intercarnes.
28 de abril de 2010

Bradesco pretende ampliar o crédito rural em 2010/11

Com cerca de 35% de participação nos desembolsos de crédito rural realizados pelos bancos privados no país, o Bradesco pretende elevar 20% o volume de liberações nesta frente na próxima safra. Se confirmada a expectativa, serão R$ 7 bilhões para custeio e investimentos em 2010/11, ante entre R$ 5,8 bilhões e R$ 6 bilhões previstos para esta temporada 2009/10, que já está na reta final. É um incremento semelhante ao projetado pelo estatal Banco do Brasil, líder absoluto nesse mercado.
28 de abril de 2010

Reposição Macho Nelore – 28/04/10

Cotações do Mercado de reposição, machos Nelore, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
28 de abril de 2010

Boi gordo recua e relação de troca piora

Frigoríficos seguem pressionando e indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista é cotado a R$ 81,78/@, com desvalorização de R$ 0,66. O indicador a prazo teve queda de R$ 0,87, sendo cotado a R$ 82,59/@. Na reposição, o indicador Esalq/BM&FBovespa bezerro MS à vista foi cotado a R$ 726,93/cabeça, alta de R$ 11,12. Com esta valorização a relação de troca recuou para 1:1,86.
28 de abril de 2010

Reposição Fêmea Nelore – 28/04/10

Cotações do Mercado de reposição, fêmeas Nelore, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
28 de abril de 2010

Mercado Físico do Boi – 28/04/10

Cotações do Mercado Físico do Boi Gordo, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
28 de abril de 2010

Mercado Físico da Vaca – 28/04/10

Cotações do Mercado Físico da Vaca Gorda, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
27 de abril de 2010

Alexandre A. de Campos comenta vendas diretas do JBS

Uma das verdades é : a JBS atualmente tem uma produção diária gigantesca de carne bovina in natura à vácuo e tem que encontrar a qualquer custo mecanismos para desovar toda esta produção. Os volumes atuais de exportação estão abaixo das expectativas. Mais um motivo de preocupação. Este modelo de venda direta a JBS "importou" principalmente do segmento de computadores, onde a DELL vende direto da indústria ao "end user" sem nenhum intermediário no mundo inteiro.
27 de abril de 2010

Everton Melo Brescoviski comenta vendas diretas do JBS

Defendo sim as vans, pois é um projeto inovador que vem muito a calhar. Em relação a outros comentários que acabei lendo sobre fechamento de pequenos abatedores de trabalhadores que foram demitidos, não vêem que o grupo JBS hoje tem 130 mil colaboradores, que é uma empresa que está preocupada com o bem estar do seu funcionário e que este projeto das vans emprega muitas pessoas no varejo.
27 de abril de 2010

Paraguai: rastreabilidade permitiu aumento da renda dos pecuaristas e da indústria

A rentabilidade obtida no mercado europeu pelas exportações de carne bovina gera um interesse dos produtores para ter acesso ao Sistema de Rastreabilidade do Paraguai (Sitrap). A modalidade gera um lucro de US$ 100 por cabeça ao produtor frente a venda em feiras, que representou em 2009 cerca de US$ 6 milhões para os pecuaristas e US$ 20 milhões para as indústrias frigoríficas.
27 de abril de 2010

Wilhelm L. Voss comenta vendas diretas do JBS

A carne que eles vendem ao menos tem procedência garantida, o que não ocorre nas feiras e nem na maior parte dos açougues. Eu compro quando passa na porta porque tenho a certeza da procedência da carne e ainda pago no boleto. Quero deixar a mensagem de que enquanto se discute se pode ou não, o abate clandestino anda de rédeas soltas no Brasil. Se acabar com ele, aí sim haverá muito mais espaço para todos. Se eles estão nas ruas é simplesmente porque enxergaram primeiro que havia um nicho de mercado inexplorado.