23 de abril de 2010

Brasileiros e australianos discutem acordos comerciais

Sem abandonar as negociações de liberalização comercial na Organização Mundial do Comércio (OMC), os países da Ásia e Pacífico já avançam em um "plano B", com acordos regionais que derrubam barreiras a mercadorias e serviços, afirmou o ministro do Comércio da Austrália, Simon Crean, que termina hoje, em reunião com empresários da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) uma visita de três dias ao país. Crean defende um acordo de liberalização de serviços entre Mercosul, Austrália e Nova Zelândia e propõe associação entre Brasil e Austrália para exportação de tecnologias a terceiros países.
23 de abril de 2010

Pressão continua, mas indicador tem leve alta

Apesar da forte pressão por parte dos frigoríficos, os pecuaristas parecem ainda não aceitar os preços mais baixos e na maior parte do país as escalas não evoluíram como desejavam as indústrias. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 82,31/@, com valorização de R$ 0,15. Nesta quinta-feira, o indicador a prazo teve alta de R$ 0,06, sendo cotado a R$ 83,21/@.
23 de abril de 2010

Mercados Futuros – 22/04/10

Movimentações da Bolsa de Mercados Futuros, informações Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
23 de abril de 2010

Moisés F. dos Santos comenta vendas diretas do JBS

A venda direta ao consumidor por parte de grandes empresas como o JBS, pode sim ser um nicho a ser explorado também por outras empresas do ramo, mas não desta forma tão direta (colocando vans nas ruas). Isto na minha opinião é uma volta ao passado.
23 de abril de 2010

Gilberto Bin Júnior comenta vendas diretas do JBS

Não concordo com a prática desse tipo de venda, uma vez que o setor terceário é quem absorve a maior parcela de mão de obra. Essa espécie de comércio "delivery" prejudica e muito o setor, gerando demissões e até mesmo falências, impedindo o crescimento de pequenos e médios empresários.
23 de abril de 2010

Carlos Ribeiro do Prado comenta vendas diretas do JBS

O maior inimigo do pecuarista não é o frigorifico, mas sim o monopólio das grandes redes de varejo, que monopolizam a venda de carne bovina, competem com os pequenos açougues, pressionam os frigorificos e até mesmo o JBS não é capaz de competir com estas grandes redes de varejo.
23 de abril de 2010

Atacado – 23/04/10

Cotações do atacado de carne bovina, de acordo com o Boletim Intercarnes.
23 de abril de 2010

Mercado Físico do Boi – 23/04/10

Cotações do Mercado Físico do Boi Gordo, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
23 de abril de 2010

Plebiscito às avessas

Conforme citado no Estado, um bispo da Comissão Pastoral da Terra (CPT) declarou, em recente evento organizado pela entidade, que a CPT tem a intenção de dar apoio a um plebiscito, a ser realizado ainda este ano, para avaliar o que a população brasileira acha de se impor um limite ao tamanho das propriedades rurais no País. Sem entrar no mérito legal de uma decisão dessa natureza, caso ela viesse a ser adotada como consequência do resultado desse plebiscito, vale a pena discutir as questões econômicas que a ideia de restringir o tamanho das propriedades rurais suscita. O gancho que ela traz é o seguinte: Até que ponto vale a pena analisar a eficiência e a competitividade dos sistemas produtivos agropecuários com base nos diferentes tamanhos de propriedade rural? O censo de 2006 é inequívoco ao mostrar que, do ponto de vista de receita e margem bruta por hectare, as propriedades de menor e de maior porte apresentam melhor desempenho.
22 de abril de 2010

Moody´s prevê recuperação dos frigoríficos brasileiros

A situação de liquidez da maioria das companhias de carnes brasileiras melhorou com a retomada da oferta e dos custos do crédito aos níveis pré-crise financeira global. Esse avanço nos indicadores se deu graças às recentes ofertas de ações e de dívidas no mercado, conclui relatório da Moody´s Investors Service, que faz uma análise comparativa dos ratings de crédito de cinco empresas brasileiras: BRF-Brasil Foods, JBS, Marfrig, Minerva e Independência.
22 de abril de 2010

Orcino G. da Silva Júnior comenta vendas diretas do JBS

Essa questão, têm de ser vista de forma prática. É inovador e criativo, e do ponto de vista legal, parece não haver maiores problemas. É certo que trará prejuízos para alguns, num primeiro momento, mas o fato é que ninguém consegue deter o progresso! Se o consumidor aprovar, resta aos demais elos da cadeia, se adaptarem!
22 de abril de 2010

Paulo Westin Lemos comenta vendas diretas do JBS

Não tenho bola de cristal para dizer se vai dar certo ou não. Penso que quem vai determinar isso é o mercado, pelo custo/beneficio oferecido. Não tive ainda oportunidade de ver e muito menos conhecer o serviço e o produto oferecido, mas obviamente todos os aspectos envolvidos no projeto foram cuidadosamente analisados, seus prós e contras por profissionais da área. Uma coisa é certa: a idéia não é nova, mas sim a iniciativa de remodelá-la com ares de modernidade.