17 de novembro de 2006

Com mercado físico frouxo, futuro fecha em baixa

O mercado futuro fechou em mais um dia com todos os vencimentos em baixa, na média desvalorização de 26 centavos. O mercado físico ameaçou uma estabilização anteontem, quando o Esalq/BM&F fechou em baixa de apenas R$ 0,04. Ontem, fechou em R$ 55,29/@ (-R$ 0,27) a vista. O equivalente físico do boi no atacado caiu para R$ 52,29/@ (-R$ 1,50), aumentando para R$ 3,00 o spread Esalq - equivalente físico.
17 de novembro de 2006

Analistas prevêem melhora para setor em 2007

Notícia do jornal Valor Econômico apresentou a opinião de analistas e lideranças sobre o setor de carnes em 2006, que acreditam em recuperação para 2007. O interesse do governo em melhorar o cenário macroeconômico pode fortalecer o consumo interno.
17 de novembro de 2006

A revolução da agroenergia

Definitivamente, a era do petróleo barato chegou ao fim. Principal fonte de energia, sobretudo nos transportes, o consumo cresce muito não só nos EUA, mas também nos emergentes, China e Índia, ao passo que a produção convencional, de baixo custo, se encontra em franco declínio. A maioria dos especialistas acredita que o preço do petróleo já mudou de patamar, devendo doravante ficar acima dos US$ 40 por barril.
17 de novembro de 2006

Pratini aposta em retomada de negociações em 2007

O presidente da Abiec, Marcos Vinícius Pratini de Moraes, acredita que em 2007 o Brasil recomece a negociar acordos com EUA, Taiwan e Coréia do Sul para exportações de carne bovina in natura. Principalmente porque o consumo será maior.
17 de novembro de 2006

Austrália: confinamento cresce 11% de julho e setembro

Comparado com o número de bovinos confinados de julho a setembro de 2005, houve na realidade aumento de 11%. O dado de setembro de 2006 foi recorde.
17 de novembro de 2006

Japão: mercado firme para exportadores

A demanda no mercado japonês para exportação permanece forte, com alguns exportadores de carne bovina já trabalhando no fornecimento de produtos resfriados do próximo ano, de acordo com analistas do Meat and Livestock Austrália (MLA).
17 de novembro de 2006

AUS: indústrias votam por impostos para marketing

Duas das principais organizações de processadores de carnes vermelhas da Austrália fizeram propostas para um novo imposto legal a ser introduzido para financiar programas de marketing e pesquisa e desenvolvimento (P&D) da indústria.
17 de novembro de 2006

EUA faz ofensiva para promover o fígado no Egito

Os comerciantes ofereceram um fornecimento gratuito de fígados bovinos dos EUA para tradicionais restaurantes egípcios que estavam hesitantes com o produto. A USMEF disse que esta promoção já levou a compras de fígado dos EUA por muitos desses restaurantes.
17 de novembro de 2006

Tendências do SIAL 2006: sofisticação, exotismo e variedade

Ocorreu no final de outubro uma das principais feiras de alimentos do mundo, Salão Internacional da Alimentação - SIAL 2006, em Paris, França. O BeefPoint esteve presente na feira e traz algumas das tendências apresentadas na exposição de produtos inovadores, selecionados pela organização da mostra "Tendências e Inovações Internacionais".
16 de novembro de 2006

Mercosul: reunião do CAS discute sanidade e negociações

Uma declaração a ser assinada pelos ministros que participam da XI reunião ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) dos países do Mercosul, manifestará a preocupação com a paralisação das negociações internacionais.
16 de novembro de 2006

Pratini: é preciso avançar nas negociações com UE

Preocupado com o difícil acesso da carne brasileira na União Européia, o presidente da Abiec, Marcus Vinícius Pratini de Moraes, acha que o Brasil precisa adotar medidas para avançar nas negociações entre o Mercosul e a União Européia com objetivo de corrigir algumas assimetrias existentes no mercado, especialmente no de carne bovina.
16 de novembro de 2006

EUA: partido coreano quer boicotar consumo de carne

A carne dos EUA está enfrentando nova ofensiva na Coréia do Sul. Desta vez, o Partido do Trabalho Democrático encampou uma campanha para compra e destruição do produto que está para ser desembarcado no país. Segundo os militantes, as medidas tomadas pelo governo sul-coreano não garantem a saúde da população e a carne pode estar contaminada pela vaca louca.