3 de novembro de 2008

Japão suspende importações de planta da JBS-Swift

O Japão anunciou na quarta-feira que parou as importações de carne bovina de uma planta da JBS-Swift após ter sido descoberta uma violação do acordo comercial bilateral entre Estados Unidos e Japão.
3 de novembro de 2008

Frigoríficos seguem pressionando e indicador recua

Na última sexta-feira, os preços da arroba continuaram sendo pressionados pelos frigoríficos e o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo a prazo teve desvalorização de R$ 0,15, sendo cotado a R$ 89,15/@, acumulando baixa de 2,97% na semana. No mercado físico, os frigoríficos seguem pressionando por novos recuos mesmo com oferta de animais para abate restrita e escalas curtas. A BM&F fechou a sexta-feira em alta, com todos os vencimentos apresentando variação positiva.
3 de novembro de 2008

Atacado – 03/11/08

Cotações do atacado de carne bovina, de acordo com o Boletim Intercarnes.
3 de novembro de 2008

Aftosa: começa 2ª etapa de vacinação em 14 estados

Pecuaristas de 14 estados brasileiros e do Distrito Federal começaram a imunizar bovídeos contra a febre aftosa, neste sábado (1º), com a segunda etapa da campanha de vacinação.
31 de outubro de 2008

Mercados Futuros – 30/10/08

Movimentações da Bolsa de Mercados Futuros, informações Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
31 de outubro de 2008

Mantega diz que Brasil não enfrentará recessão

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira, 30, que o impacto da crise internacional no Brasil pode levar a uma queda na arrecadação de impostos do governo federal e uma desaceleração da economia, mas descarta a possibilidade de uma recessão no País.
31 de outubro de 2008

Mapa: mesmo com a crise agronegócio deve crescer

Ao apresentar o estudo Projeções do Agronegócio Brasil 2008/2009 a 2018/2019, o ministro Reinhold Stephanes, afirmou que acredita no crescimento do agronegócio brasileiro, mesmo com a crise financeira mundial nos próximos 10 anos. "Não é a primeira crise que nós temos. Esta metodologia leva em consideração a existência de crises, numa série histórica de 32 anos. Nas projeções futuras, a pesquisa leva em consideração a crise atual. Os alimentos são os últimos itens cortados", reiterou.
31 de outubro de 2008

Sadia ainda tem problemas com exposição cambial

As perdas da Sadia com operações financeiras cambiais irão continuar, mesmo depois do prejuízo anunciado de R$ 777,4 milhões no trimestre. A empresa ainda tem exposição cambial de US$ 2,4 bilhões. O valor equivale a um ano de exportação e não a seis meses, como fixa política da empresa.
31 de outubro de 2008

SP acaba com vacinação obrigatória de raiva

A partir da etapa de novembro, o pecuarista não é mais obrigado a vacinar seu rebanho bovino, bubalino, eqüino, caprino e ovino contra a raiva dos herbívoros, doença transmitida pelo morcego hematófago. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (30), pelo secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, João Sampaio, na Feira Internacional da Cadeia Produtiva do Leite (Feileite), na capital paulista.
31 de outubro de 2008

CMN: nova medida para garantir crédito ao produtor

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira, 30, a uma resolução que eleva de 65% para 70% a exigibilidade de aplicação dos recursos da Poupança Rural em crédito agrícola. Para compensar a mudança, o governo reduziu o compulsório sobre os depósitos de Poupança Rural que devem recolhidos ao banco Central. A redução foi de 20% para 15%.
31 de outubro de 2008

Famasul: notícias da Rússia não passam de especulação

As notícias de que até 90 mil toneladas de carne brasileira destinadas ao mercado russo estão paradas em fábricas, portos e navios são especulativas na avaliação do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), Ademar Silva Junior. "Novamente nos deparamos com uma informação para manipular o mercado e derrubar os preços pagos aos produtores rurais", comentou o presidente da entidade.
31 de outubro de 2008

Argentina: previsão pessimista para os próximos meses

O setor pecuário argentino deverá passar dois meses muito difíceis por causa da paralisação quase total das vendas externas de carne bovina em um marco no qual os principais frigoríficos do país têm as câmaras repletas de mercadoria.