De acordo com gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca, o peso médio para abate do boi gordo é de 17 arrobas e se não suplementado o animal durante a entressafra da pastagem pode atingir 12 arrobas, levando o animal para a categoria “boi magro”.
O volume de animais a ser ofertado no mercado a vista nas próximas semanas e também nos próximos meses tem estado no centro das conversas de muitos operadores do setor pecuário. Agentes ligados à venda e também à compra de animais para abate consideram a possibilidade de diminuição das ofertas devido ao desestímulo de confinadores para engorda dos animais neste semestre.
Esse projeto envolverá o cruzamento de animais da raça pura Wagyu com vacas leiteiras da Nova Zelândia e algumas vacas de corte Angus em uma tentativa de colocar a carne marmorizada neozelandesa no “centro do prato” de mercados internacionais.
Indicador do boi gordo à vista teve valorização de 0,01% e é cotado a R$89,84/@. Bezerro teve valorização de 0,82% e é cotado a R$ 704,32 cabeça. Dólar teve valorização de 0,92% e é cotado a R$ 2,05.
“Os animais que estão deixando os confinamentos estão perdendo pelo menos US$ 200 por cabeça e, em alguns casos, mais. Então, isso está realmente testando a força de vários confinadores e de muitos produtores. Eles têm essa força, mas é lastimável que depois do que ocorreu em 2011 tenhamos que enfrentar uma situação similar em 2012”.
Não se trata de uma mudança pequena nas práticas bancárias. Tradicionalmente tudo o que um banco precisa saber para decidir se vai financiar ou não um negócio é se este consegue gerar caixa o bastante para saldar o empréstimo. No caso das linhas de financiamento ligadas ao ABC, isso já não basta.