A recente queda dos preços das matérias-primas dos fertilizantes, como amônia e cloreto de potássio, somente será computada pelas empresas brasileiras no próximo ano, quando a indústria retomar as importações. Segundo Carlo Lovatelli, presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), os estoques atuais de fertilizantes na indústria é o maior da história, atinge 7 milhões de toneladas, volume que corresponde a 30% do consumo anual.