22 de fevereiro de 2008

Mercado Físico do Boi – 22/02/08

Cotações do Mercado Físico do Boi Gordo, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
22 de fevereiro de 2008

Rastreabilidade argentina também apresenta problemas

Assim como no Brasil, a rastreabilidade não funciona como deveria na vizinha Argentina e também há fragilidades no sistema. A afirmação é do professor e pesquisador do Programa de Agronegócios e Alimentos da Universidade de Buenos Aires, na Argentina, Hernan Palau. Sobre a possibilidade de "vista grossa" da União Européia (UE) sobre a rastreabilidade argentina, o secretário executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Camardelli, afirmou que possivelmente a Argentina se mostrou com menor risco nas auditorias feitas pela Comissão Européia. Mas admitiu que é inevitável não considerar que a pressão da UE sobre o Brasil é maior, pois a Argentina não significa risco para a pecuária européia.
22 de fevereiro de 2008

Mercado Físico da Vaca – 22/02/08

Cotações do Mercado Físico da Vaca Gorda, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
22 de fevereiro de 2008

Mercados Futuros – 22/02/08

Movimentações da Bolsa de Mercados Futuros, informações Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
22 de fevereiro de 2008

Evolução das exportações brasileiras de carne bovina in natura

Na seção Estatística, são publicados gráficos elaborados pela Equipe BeefPoint com valores dos principais indicadores da pecuária de corte. Acreditamos que acompanhando e analisando esses dados é mais fácil entender de maneira abrangente o mercado do boi e os acontecimentos que influenciam a cadeia produtiva da carne bovina. Através dos gráficos publicados será possível observar a evolução dos preços do boi gordo e da reposição (indicador Esalq/BM&F), das exportações de carne, abates (IBGE e SIF), entre outros índices que mostram como anda a pecuária de corte nacional e o que podemos esperar para o futuro.
22 de fevereiro de 2008

SISBOV: recuperando o passado e pensando no futuro

No Brasil, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento criou o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação Bovina e Bubalina (SISBOV) através da Instrução Normativa no 01 de 09/01/02 e regulamentou sua implantação pela Instrução Normativa no 21, de 27/02/02 na gestão do Dr. Pratini de Moraes. Contudo, esta instrução normativa trouxe intranqüilidade, dúvidas e incertezas ao mercado, pelo simples motivo que as regras do jogo que deveriam ser bem definidas, eram difusas e permitiam interpretações ambíguas, além de existir pouca participação da empresa privada no processo decisório.
22 de fevereiro de 2008

Oferta curta mantém preços firmes e reflexos do embargo ainda não são sentidos pelos produtores

Apesar da suspensão das compras de carne bovina in natura pela União Européia (UE) preocupar todo o setor, os reflexos ainda não atingiram os preços pagos ao produtor. A demanda de carne, interna e externa, está crescendo, e a oferta de animais continua restrita. Os preços devem continuar assim até que oferta aumente, as escalas se alonguem e a "safra" realmente comece.
21 de fevereiro de 2008

Mercado Físico do Boi – 21/02/08

Cotações do Mercado Físico do Boi Gordo, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
21 de fevereiro de 2008

Mercado Físico da Vaca – 21/02/08

Cotações do Mercado Físico da Vaca Gorda, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
21 de fevereiro de 2008

Mercados Futuros – 21/02/08

Movimentações da Bolsa de Mercados Futuros, informações Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
21 de fevereiro de 2008

Deputado propõe que Sisbov siga aspectos regionais

Acrissul, Famasul e Sindicato Rural de Campo Grande querem uma rastreabilidade diferente para Mato Grosso do Sul, por isso as entidades estão elaborando proposta que será trabalhada na Câmara Federal pelo deputado federal Waldemir Moka. Hoje, em Brasília (DF), ele deve compor um grupo de trabalho para conduzir a questão.
21 de fevereiro de 2008

Idas e vindas da rastreabilidade mostram como precisamos evoluir

A suspensão das exportações de carne bovina in natura para a UE continua. O Brasil ainda não conseguiu colocar a questão nos trilhos para uma solução robusta e duradoura. Vale a pena ignorar esse mercado e culpar terceiros por nossos prejuízos? Países como Uruguai e Argentina exportam para UE com exigências muito similares. O que eles fazem de diferente? Suspeito que eles apenas complicam menos as coisas. As idas e vindas da rastreabilidade no Brasil mostram o quanto precisamos evoluir em coordenação entre setores da cadeia produtiva, se quisermos continuar a ser o maior exportador de carne bovina, e lucrar com isso.