26 de outubro de 2007

Sadia fatura 173% mais no terceiro trimestre

Com lucro líquido de R$ 188 milhões no terceiro trimestre, a Sadia registrou crescimento de 173% na comparação com o mesmo período de 2006. A receita líquida foi de R$ 2,1 bilhões, uma alta de 19,8%.
26 de outubro de 2007

PR: Perdigão construirá frigorífico em Castro

A Perdigão terá o primeiro frigorífico destinado a abate de bovinos na região de Castro (PR). O investimento em torno de R$ 60 milhões foi confirmado ontem pelo Secretário da Indústria e Comércio do Paraná, Virgílio Moreira Filho.
26 de outubro de 2007

Semana de alta no mercado do boi, valorização da arroba é alavancada pela pouca oferta

Semana de alta no mercado do boi gordo. As novas altas no preço da arroba vem sendo sustentadas pela falta de bois gordos ofertados aos frigoríficos e pelos preços altos da carne no mercado interno. Conseguindo vender cortes de traseiro a preços acima de R$ 5,00, a indústria pode pagar preços mais altos pela arroba do boi gordo e mesmo assim continuar com boa margem bruta.
25 de outubro de 2007

Mercado Físico do Boi – 25/10/07

Cotações do Mercado Físico do Boi Gordo, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
25 de outubro de 2007

Mercado Físico da Vaca – 25/10/07

Cotações do Mercado Físico da Vaca Gorda, nas praças levantadas pelo BeefPoint.
25 de outubro de 2007

Mercados Futuros – 25/10/07

Movimentações da Bolsa de Mercados Futuros, informações Esalq/BM&F, elaboração BeefPoint.
25 de outubro de 2007

Procurando entender as perspectivas da pecuária de corte brasileira

A principal mudança que a pecuária passou nos últimos anos foi o aumento da produção e aumento das exportações. O número de animais abatidos cresceu 52% de 2002 para 2006, com o abate de vacas crescendo 136% e o de bois 24%. A produção cresceu devido a adoção de novas técnicas, como confinamento, integração lavoura-pecuária e otimização da produção a pasto: melhor manejo, nutrição, sanidade e genética. A maior demanda por carne bovina e a ampliação do setor frigorífico requer mais gado gordo, que fortalece a demanda pelo produto do pecuarista e firma o preço do boi.
25 de outubro de 2007

Indicador volta a subir melhorando relação de troca

O indicador Esalq/BM&F boi gordo à vista foi cotado a R$ 64,75/@, alta de R$ 0,42. Já o equivalente a prazo subiu R$ 0,56, sendo cotado a R$ 65,66/@. A BM&F fechou em alta, com outubro/07 a R$ 65,19/@, valorização de R$ 0,23. O indicador Esalq/BM&F bezerro MS à vista foi cotado a R$ 467,88/cabeça, alta de R$ 0,33. A valorização de 0,65% do indicador de boi gordo, em relação ao dia 22, provocou novo aumento na relação de troca, que está em 1:2,28.
25 de outubro de 2007

Carne de Goiás ganha espaço no mercado externo

Com um rebanho estimado em 20 milhões de cabeças, o quarto maior do país, Goiás participa com cerca de 20% do total de carne bovina exportada pelo Brasil. Anualmente são abatidas de 7 a 8 milhões de cabeças, com produção de 600 mil toneladas de carne. A estimativa é que a cadeia produtiva do setor chegue a movimentar R$ 7,5 bilhões ao ano e gere mais de 20 mil empregos. Com números expressivos, não é para menos que a carne disputa com a soja o primeiro lugar na pauta de exportações do estado.
25 de outubro de 2007

Couro de qualidade domina exportações brasileiras

A exportação de couro brasileiro está em ascensão, devendo atingir US$ 2,3 bilhões, 23% mais que em 2006. Parte do sucesso dos embarques se deve aos couros de maior valor, responsáveis por 65% das exportações.
25 de outubro de 2007

RS: Indústria prevê prejuízos com perda de benefícios

Com a possível perda dos benefícios fiscais no Rio Grande do Sul, a indústria da carne prevê perda de competitividade em relação a outros estados, freio no crescimento, elevação da clandestinidade na produção e aumento de preços ao consumidor.
25 de outubro de 2007

Coréia do Sul e EUA ainda discutem importação de carnes

Um membro do Governo da Coréia do Sul disse na sexta-feira que não existe uma ligação entre os planos de reescrever as regras de importação de carne bovina dos Estados Unidos com a ratificação do acordo de livre comércio (ALC) entre os dois países que foi assinado em junho. Segundo a agência Yonhap, o ministro da Agricultura, Im Sang-gyu, disse que o país continua determinado com relação à proteção da saúde pública e decidido a empregar todos os dados científicos para avaliar os riscos associados com o consumo de carne bovina dos EUA. "Seul deixou claro repetidas vezes que agirá na questão da importação de carne bovina dos EUA de forma imparcial e não influenciada pelo ALC".